domingo, 18 de janeiro de 2026

ONU e Fórum Mundial os Oráculos do Mundo

 

ONU e Fórum Mundial os Oráculos do Mundo...

O Padrão das discussões da ONU e Fórum Mundial no Meio Ambiente, Migrações tem ou não, um resultado imperialista sobre os países? O que os tangeu como oráculos do mundo? E quem os tangeu!

O Padrão é Beligerante, as grandes potências estão amarradas em um processo econômico mundial e não vão matar-se umas às outras! Mas, investem fortemente em sua segurança, desde a Europa, EUA, Rússia e China este é o cenário. E criam a guerra permanente para abrir precedentes necessários a si mesmos no compartilhamento de espólios dos países. Nem sempre para tomar, mas para impedir!

A estranha emigração e imigração que vem acontecendo desde Europa e tantos outros países da América do Sul e dentro dos próprios países e especialmente no Brasil desde o período industrial, ela, esta migração está amadurecendo e mudando de forma.

O mais estranho dessa migração é que ela acontece em determinadas capitais e cidades de fronteira e, em locais com grande concentração populacional. Quer dizer, locais esgotados, deprimentes e um povo incomunicável em termos de cultura. E a reação do stablishment regional frente a isso, ocorre dentro do mesmo PADRÃO do meio ambiente que redirecionou a industrialização aos países ricos em um sistema de Stakeholders e Laços (compartilhamento) e determinação agrícola a outros países. Ou seja, há um desincentivo à industrialização (leia perda de patrimônio de máquinas, motores e profissionais) e um incentivo ao modelo de Serviços [...]. Logo, não podendo desenvolver coisas úteis e vitais para o povo – como uma reciclagem industrial do lixo, criam símiles para distribuírem auxílios. Quando não criam novos circos...

Nesses locais, de concentração populacional, acontece toda sorte de eventos indesejáveis, em termos de sociedade que busca uma normalidade mínima para a vida em sociedade e, na contramão disso, encontra situações caóticas ao ponto de agentes políticos e suas organizações, buscarem interferir em condomínios populares, decidindo coisas que só os moradores podem fazê-lo. Agora, imagine em um trânsito absurdo de veículos em cidades superpovoadas? O que se pode fazer em termos de “arrecadação?”, considerando, como é considerado, que muitas pessoas estão inaptas ao trabalho, mas dirigem carros em meio a um trânsito com “linhas matemáticas” tortuosas, que exigem muito do motorista o tempo todo. De outra forma, todo dinheiro em banco é como um cassino, quando o que decide o que pode acontecer na economia acontece na Mesa da Roleta. Bem, você paga algumas centenas de bilhões apenas em juros de uma dívida cujos efeitos materiais realizados para tamanho volume de dinheiro, são desconhecidos. Quando apenas uma parte dos juros pagos, poderia construir uma ou mais Usinas de Itaipu por ano.

... Agora, como conseguem julgar quem tem capacidade ou não, para trabalhar de caixa de mercado ou cobrador de ônibus? (que não existe mais e se constitui em um Padrão anunciado pelos tecnocratas que tiram o serviço dos outros para reforçar o seu próprio modelo que é da Nova Ordem Mundial) Não será quê, acumularam tanto trabalho para uma só pessoa que o trabalho se tornou, difícil e principalmente, sinuoso? E porque fariam isso se não para “economizar mão de obra”, considerando que devido à legislação trabalhista obsoleta, o governo participa no salário de cada pessoa em uma média de 70%. O que acontece e não acontece no Estado devido à compensação para “soldos” acima de sete mil reais.

O estranho silêncio e desvio de atenções do meio político e de comunicação, desde câmaras municipais, assembleias legislativas, prefeitos, universidade publica empresa pública (Estatais), todos em aparente estado de eterna beligerância, formam um quadro coordenado que combinam para o mesmo objeto. Objeto este, que José Dirceu – o número 02 do PT define, ou definiu publicamente em rede de televisão como momento REVOLUCIONÁRIO.

... Porque o governo brasileiro construiria grandes obras em países estrangeiros considerando a dívida brasileira, quando os - JUROS ANUAIS - alcançam valores que concorrem com parte do PIB nacional por ano? De outra forma porque o endividado governo se associaria ao BRICS? ...ou teria sido o BRICS quem favoreceu as construções em questão? O único sentido de o BRICS apoiar as construções que o governo brasileiro fez na América Latina e África é a condição do próprio BRICS se associar aos investimentos naqueles países? Por que, parcelas da grande imprensa comentaram sobre os países em que o Brasil construiu algo, fazendo até lista de valores e, no entanto, nunca houve uma INVESTIGAÇÃO HISTÓRICA dos motivos! E agora, tudo foi relevado ao esquecimento, pode-se pressupor que o plano, fosse qual fosse, deu certo e tirou o governo da cadeia, quando ficou preso por 580 dias e o recolocou como presidente do país. Você há de convir que seja uma história - a verdadeira - impressionante.

 Talvez por isso, o Modelo Trump de governo, a Blackstone e Blackrock (são o mesmo grupo), estejam tomando medidas muito pontuais em vários países da América Central e do Sul, chegando ao Paraguai, para treinamento [...]? Lembremos que Cuba foi criada por Venezianos e um agente da nobreza, o senhor Fidel Castro falecido. E Cuba sempre teve a aparência de um país de “escravos”, assim foi “vendida” em termos de publicidade, assim como algumas regiões do Brasil se venderam como regiões sacrificadas. Obviamente, no caso cubano, venderam “gato por lebre”.

Se Cuba serviu para alguma coisa, foi para criar um rastilho de pólvora em um ambiente feito beligerante – América Central, Latino e Portuguesa e assim foi em Venezuela e sua guarda de “Vispas Negras”, quê em “tom menor” se compara às “Boinas Verdes” que atuaram no Vietnam com a CIA e que hoje estão no Paraguai e que, os Vispas Negras atuaram forte em todo o processo revolucionário fútil para expulsar parcelas da população venezuelana com o espírito empregado de torpor revolucionário ou contra revolucionário, a diferença é apenas semântica. E por trás disso, as mãos dos poderosos, como mostra a história da humanidade.

Curiosamente, na questão venezuelana com a prisão de Maduro, não houve nenhum retrocesso nas imigrações e possivelmente tenha tido mais imigrações para outros países. Afinal, os agentes do Ex Maduro continuam ativos.

Quando no Brasil, chegamos ao ponto de uma empresa genuinamente brasileira e antiga, EMPRESA LUPO (como tantas outras empresas) mudar de país, o que mais é preciso para entender o Estado de Beligerância no Brasil?

O PADRÃO pode ser visto pela inatividade política para assuntos de importância regional e nacional; o isolamento do “sentido de existência” dos exércitos; o aumento de poder das polícias em armamentos e recursos de combate às manifestações; os meios de comunicação fazem um tênue equilíbrio entre a tragédia e o cômico, como se um teatro fosse e assim é entendido e as pessoas se tornam insensíveis à realidade e a internet, das mídias sociais, entregam assuntos superficiais com manchetes explosivas como filmes da Netflix.

Mudanças na Legislação do Trabalho privado > RUMO > ao modelo Estatal, ou igualmente mudanças no modelo Estatal de contratação, poderiam fazer toda a diferença nos empregos. Entretanto, isso passa ao largo, porque não querem mudança de um que possa afetar o outro e o outro é o Estado que vive de privilégios para ACENTUAR o Estado de Beligerância o que se constitui como o mesmo Padrão Nacional, que criou as Concentrações de População e promete Casas para não darem terrenos para a pessoa construir a própria casa.

... Mesmo porque, a mesma coisa que atrapalha a vida das pessoas, como são os roubos diversos, combina perfeitamente com as diretrizes supostamente ambientais que no NORTE impede a plantação de alimentos e como consequência o Norte é a região mais pobre do país em Saneamento e tratamento de Esgotos, o que faz parte do mesmo PADRÃO.

 


quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

O Povo precisa de Governo e sem Povo não há Governo!

 

O Povo precisa de Governo e sem Povo não há Governo!

O que não deve acontecer é suposto Governo aderir ao conceito Malthusiano, seria um massacre aos pobres.  

Países do segundo e terceiro (mundo) são classificados pelos estudiosos da ciência social do primeiro mundo – COM OS DEVIDOS RECURSOS para fazê-lo - como tendo governos obsoletos, arcaicos. E eles têm motivos para isso, a história diz a eles, os estudiosos, o porquê e para isso é preciso conhecer essa história – determinando parâmetros, tempo e sabendo que é anterior, desta forma, neste caso – que vem desde os contos de George Orwell, Aldous Huxley e família e o fim da primeira e única guerra mundial, contada pela família Rockefeller (Ag. Reuters de notícias) e porque não?, as estórias míticas do centro católico romano, com a participação de Veneza Negra, cuja forma de agir é criar atritos entre países e ganhar dos dois! O Brasil não está dividido em duas ou três grandes regiões? Basta ver a história da criação do PT em substituição aos velhos PCs, ora Brasileiro, ora DO Brasil sob um ligeiro patrocínio das Indústrias Villares de Roma e parcelas do Exército.

Esses, basicamente são o princípio dos DADOS da história, mais recente de 100 anos. Claro quê, a história contada do ponto de vista nacional, não mente, mas omite e manipulam dados, como se NÃO OUVESE, o princípio internacional do TECNATO DAS AMÉRICAS por parte dos “donos do mundo” ou Nova Ordem Mundial. Que está sendo divulgado amplamente, mas é um princípio muito anterior.

Uma ideia, da criação de CUBA na América Central, era transformar aquele país em um país de escravos. Foi uma experiência e que funcionou, poderia ser expandida e foi sob outras formas, na Colômbia, na Venezuela, no Chile, no Brasil.

 Outra grande experiência acontece com a criação de favelas, quê, curiosamente a chamada “Esquerda” buscou “endeusar” sem se dar conta de que isso é um sinal de fraqueza de um sistema obsoleto.  Um primeiro modelo seria a favela da Rocinha no Rio de Janeiro porque RJ queria ser a cidade maravilhosa? um segundo modelo, as periferias de quase todas as capitais. Considerando que o NORTE do Brasil, sequer existe TRATAMENTO DE ESGOTO ou banheiros.

Afinal, o que são os condomínios fechados e as torres ou prédios? Se não, um isolamento de áreas de risco e áreas protegidas? E tudo isso só poderia acontecer com as CONCENTRAÇÕES POPULACIONAIS a MISTURA CULTURAL e lógico as EMIGRAÇÕES E IMIGRAÇÕES na figura de “VALVULA DE PRESSÃO”. A Europa que o diga. E obviamente o CRIME ORGANIZADO de fato é organizado, mas é organizado por quem está de fora dos nichos do comércio ilegal que se complementa de variadas formas, desde drogas, armamentos, drogas institucionais, escritórios da ilegalidade. E após, a Inteligência Artificial e com a IA e NA CONTRAPARTIDA DO DESEMPREGO ANUNCIADO, surgem novos modelos de Escritórios de aventureiros com o que resta da economia popular, considere os novos modelos de cassino e jogos de azar, além do controle virtual do dinheiro da carteira das pessoas.

domingo, 11 de janeiro de 2026

Luna faz o que tem que fazer e pode fazer!

 

Luna faz o que tem que fazer e pode fazer!

E certamente não irá criar e não ousarão criar com ele, eventos contratuais que endividem a cidade.

Certa vez comprei um fiat1200 à Gasolina, um ótimo carro. Quando conversava com o vendedor ele me fez uma revelação interessante, quê, aquele Fiat que estava comprando em relação com o “Fiat Uno”, havia sofrido mais de 500 alterações, logo, imaginei que o Fiat mais antigo tinha 500 problemas que a engenharia italiana havia desconsiderado. Mas, os engenheiros italianos haviam criado a Ferrari, logo, havia uma desconexão em coisas muito triviais.

Vendo o senhor Luna falando, sobre gestão e austeridade (no gasto do dinheiro público) eu acredito nele. Assim como acredito nos funcionários públicos nas secretarias e na Câmara Municipal. Acredito nas suas intenções. Não necessariamente alguém entraria no serviço público, ser reconhecido em toda cidade para fazer chacota. É óbvio quê, aqueles que têm interesses próprios, não pode ser público e sujeito à opinião pública. Mas podem criar veículos de comunicação e poderes que podem intervir discretamente em qualquer gestão pública.

Acontece, porém, que estes ajustes acontecem em todos os governos e geralmente antes de um aumento do valor de algum imposto, ou avalizar algum imposto da época. De outra forma, a câmara continua acreditando que a “Audiência Pública” reflita alguma espécie particular de democracia, com a presença, digamos, de 50 pessoas no plenário. Quando na verdade a AP, o MOTIVO da AP é criado por grupos organizados de dentro do poder político e econômico.  É como a LICITAÇÃO – a que são obrigados enquanto gestor público – entretanto, as licitações são acordadas entre grupos de fornecedores ou serviços.

... Um atenuante à realidade. O sujeito passa uma existência indo ao oculista para ter uma receita do tipo de lente. Entretanto, ingenuamente, quando vai ao oculista, ele acredita que o oculista fará uma consulta da sua vista e dirá a ele, que a vista direita esta boa, que a esquerda não estão tão boa por esse e aquele motivo e que precisa de tratamento e vitamina para vista. Claro quê, no período em questão – do que acabo de dizer - o exame de Fundo de Olho já existia, mas era muito complexo além de caro. Hoje em dia, apesar da facilidade da tecnologia continua caro. O exame não leva mais do que cinco minutos e você tem o mapa do fundo de olho e vai saber se o seu problema de vista tem cura ou é irreversível. De qualquer forma, o que salvou “a saúde da vista” foi o acesso do Brasil às máquinas, as novas máquinas a que tiveram acesso.  

Dizem que estamos atrasados décadas com relação aos países ricos e parece ser verdade e se estamos tão atrasados é porque os meios universitários estão impedidos e se estão impedidos, obviamente é por conta do caráter mercenário na contramão de privilégios materiais oferecidos.

Pois bem, essa analogia – acima do oculista antes e o oculista de agora - serve perfeitamente ao modelo de governo obsoleto que impera na América Central e do Sul, onde as “elites políticas” criam mais problemas aos governos do que soluções dos problemas existentes. Por exemplo, a Concentração Populacional, considerando quê, em Cada Estado, dos 200 milhões de brasileiros, caberiam 07 milhões em cada Estado. Mas, só a Grande São Paulo tem 21 milhões habitantes em função de uma industrialização que durariam 20 anos conforme acerto com Juscelino! Há algo de DISRUPTIVO neste acordo que endividou o país e foi parcialmente resolvido no governo de FHC e o Fundo Monetário Internacional e hoje temos uma dívida absurda de trilhões de reais, cujos JUROS ele chegam a quase um trilhão por ano.  E o que foi feito com o dinheiro de empréstimo, considerando que a construção da Usina – a maior da época – alcançava em torno de 40 a 70 bilhões de reais, menos de um décimo de um trilhão de reais. Quer dizer que, com o dinheiro de JUROS que o Brasil paga anualmente... se poderia construir mais de DEZ USINAS DE ITAIPU? Só nos resta perguntar, AONDE FOI “ENFIADO” tantos trilhões da dívida?  

A Disrupção de um Processo de Governo Arcaico.

 

A Disrupção de um Processo de Governo Arcaico.

Lembro-me de ter visto em Foz do Iguaçu, uma poderosa máquina de compactação exposta – como peça de museu - enfrente a um departamento de obras no bairro Vila Portes. A máquina de origem estrangeira, talvez alemã, inglesa, americana, foi feita para durar séculos, porém é necessária a reposição ou reparo, das peças de impacto. As peças que fazem o rolo vibrar. Mas o principal é o poderoso motor e a força da máquina, que aceita adaptações. Mas, nada disso aconteceu. A máquina virou peça de museu, assim como são expostos peças bélicas e veículos dos exércitos, que são expostas e outras, negociada a um preço camarada.

... Servi na Aeronáutica e até hoje me pergunto, porque as munições têm que ser trocadas de dois em dois anos, considerando que elas podem durar dezenas de anos...

Voltando à máquina de compactação. Soube que naquele departamento foram ajustados negócios com Kombis, três delas.  Para quem não sabe, Kombi foi a “perua” mais usada no Brasil, antes da chegada das Vans a diesel. Quando a Volks teve “a autorização” de produzir Kombis a diesel, mas era tarde demais. As Vans já haviam tomado o mercado.  Entretanto, na época o carro mais “roubado nas capitais” era a Kombi.

Mais à frente o leitor vai entender porque conto essas estórias. Mas, tem mais uma que me veio à mente. Certa feita, eu e J. Reis, fomos ao que era ou foi um dia, a COBAL – um mercado de fornecimento de alimento – em tese. E que fechou as portas. Era localizado na Vila A sob o controle da Usina. O fato é que chegando lá conseguimos entrar no galpão e o galpão estava abarrotado de COISAS, entre essas coisas, remédios vencidos e um pequeno TRATOR (SEM USO).

Último caso, se me permite... refere-se à máquina de RAIOS-X que foi visto em uma SECRETARIA localizada no que foi a loja de materiais de construção da Bordin (alugada pela secretaria) e que estava aberto, havia sido mexido e todo munda sabe do césio-137, que é altamente radioativo. Creio que todos conheçam o acidente radiológico de Goiânia. Não passou um mês e mandaram pessoas “especializadas” para retirarem a máquina do local.

Após este preâmbulo que nem vai ser lido – e isso é mais um sintoma – do que digo e vou dizer agora aos senhores (as) de que há uma DISRUPÇÃO entre o que o Estado Municipal pretende fazer e o que faz.

A disrupção é um fenômeno CULTURAL, fundado em uma descrença mediante ausência de perspectivas no patamar de uma cidade, NÃO, de um Estado ou um continente com 27 Reinos obsoletos.  Obsoleto é um adjetivo caracterizador da nossa realidade, tanto na tecnologia e uso útil dela, como nas relações econômicas e políticas. Por esse motivo e pelo descontrole econômico, o prefeito de uma cidade criou um programa de asfaltamento superficial de ruas de bairros para valorizar imóveis e aumentar o valor do imposto. Se não fizesse isso, correria o risco de ver parte de sua cidade VENDIDA a organizações estrangeiras? Talvez uma “Blackrock ou uma Hulunbuir State Farm Group?”.

Mas, vamos a um caso mais corriqueiro. Recentemente um prefeito trocou uma pessoa da secretaria de obras. A reclamação da cidade era sobre a quantidade de buracos nas ruas. A primeira atitude do governo foi se livrar do peso, trocando as pessoas da direção da secretaria..., entretanto, a solução possível de se tentar, não foi a questão da troca de pessoas, quê aconteceu, mas foi a distribuição do serviço – de tampar buracos – a empresas diversas. Bem, havia feito uma sugestão a respeito, mas, colocaria pessoas do próprio bairro para fazer o serviço.

O fato de se pegar uma pessoa inteligente e, falante, para um cargo público e “jogar nas costas da pessoa”, tarefas que vêm sendo proteladas – como são as filas da saúde ou, a indenização dos ex-funcionários da “suicidada” Santa Casa que nunca aconteceu – é a prova cabal da impossibilidade de governabilidade, fora dos padrões arcaicos, respondidos com autoritarismo peculiar em países nas diversas formas de dependência, pressão externa e dívidas. Ora, segundo Boulos, de juros por ano, o Brasil paga 900 bilhões, creio de reais, qual a perspectiva desse país? E mais, a dívida alcança trilhões de reais e ONDE foi parar esse dinheiro? Onde foi aplicado?  

Concluindo o inconclusivo, o prefeito atual de Foz do Iguaçu, compara o futuro de Foz, com a cidade de Dubai, o quê me parece uma espécie de “final de reunião” onde tudo foi decidido e teve um grupo vencedor e que, deve ser o mesmo grupo do MERCOSUL, da Integração Latino Americana, dos “perigos do meio ambiente”, das emigrações e imigrações, enfim, do absoluto descontrole populacional.

 

 

sábado, 10 de janeiro de 2026

Uma Sinuosidade do Sistema que cria Governos nos Países.

 

Uma Sinuosidade do Sistema que cria Governos nos Países.

A esquerda, no Brasil e no Mundo, se usou do ARQUÉTIPO do MEIO AMBIENTE, assim como as EMIGRAÇÕES E IMIGRAÇÕES vieram para criar o CAOS, camuflando a realidade obsoleta dos Estados e Países. Mas veja, isso é determinação dos agentes maiores da NOVA ORDEM MUNDIAL. Portanto, a esquerda plagiou tudo isso para existir na sua forma de um suposto COMUNISMO, SOCIALISMO, porque era o único que se referia ao POVO no contexto de CLASSES SOCIAIS. Bem, mas isso também foi criado pelos organismos internacionais para justificar o extermínio de milhões de pessoas. Há que se considerar, que NAZISMO e COMUNISMO tem sua origem nos vários FACISMOS em grande parte da mesma ROMA de Cezar, que saiu pela tangente do FEUDALISMO sendo Veneza Negra e Branca do Oriente e do Ocidente, uma espécie de BALUARTE, dos movimentos de guerras e crimes de forma geral.

O grupo da direita, em todo esse movimento de guerras e revoluções que se combinaram – ela se camuflou não foi por acaso da natureza das criaturas taciturnas e jocosas, mas porque era a MÃO que moviam as peças do tabuleiro.

A direita veio suportando a esquerda porque é SUA CRIAÇÃO, para dar vazão aos seus desmandos de PROPRIEDADES PRIVADAS e DOS MEIOS DE PRODUÇÃO. Incluindo a ÚNICA CASA na lista de propriedades privadas, assim como criou o casamento no civil, para ENGENDRAR todo um mecanismo jurídico de controle. 

A Esquerda é vítima da direita? Obviamente NÃO! Tanto é verdade, que eles não são vitimas, porque jogam no mesmo campo da direita e com as mesmas regras que eventualmente são burladas como sempre foram. Ambas jogam a mando de um SISTEMA de governo que hoje é considerado OBSOLETO. Mas por quem é considerado obsoleto? Evidentemente por aqueles do patamar superior que se autoproclamam do TECNATO. Em outras palavras, ao longo de décadas criaram o problema para venderem a solução.

A Câmara de Foz e o seu prefeito, em tese, são da direita, mas agem como se fossem da esquerda, para o povo e como se fossem da direita para as Oligarquias e elites. Ou seja, o destino da esquerda e direita vem MUDANDO no sentido de transferir seus condutos BELIGERANTES como forma de existir, para guerras e conflitos PERMANENTES que é a forma encontrada pelos Tecnocratas e desde George Orwell.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

São Agentes de um Sistema Sem Saber quê, o São.

 

         São Agentes de um Sistema Sem Saber quê, o São.

Os meios de comunicação – de potência de comunicação – que afetam ao povo, portanto, televisivos (e, rádio nos EUA), no Brasil, se divide em duas partes: uma parte da programação é sobre vendas de tudo o que você possa imaginar. Imagine algo que possa ser vendido e logo estará sendo anunciado. Outra parte, igualmente é de venda, de uma forma ou de outra. E que poderia ser chamada de “ajuda ao pobre”, onde a Bolsa Família – o Estado – cumpre uma parte. No entanto, essa “ajuda ao pobre” tem origem no Fórum Mundial, ONU e OMS. No Brasil isso foi colocado como Bolsa Família e MST. Depois Boulos (agente, assim como Stédile, que várias vezes, Stédile foi à Roma do Jesuíta Francisco). O agente Boulos criou o movimento da moradia. O intuito era lança-lo na vida política, como de fato aconteceu. O que lançou Lula e o PT foi a Italiana Villares junto com setores da igreja católica, certamente Jesuíta e uma “penca” de jovens universitários revoltosos e organizados, segundo os vários títulos revolucionários, menos de um, Stálin, quando sua referência foi nublada pelos Partidos Comunistas e pelo partido de massa ou oficial, que os guardava meio que, em sigilo, especialmente no período militar. E que o sacrifício – a essa história de nacionalismo às esquerdas – acontece no momento crucial da democratização, com dois de seus líderes maiores.

A ajuda (aos pobres) em termos de país, Nação, Estado, Estadista, de fato nem seria ajuda, o termo é incorreto, afinal o sujeito é estadista, porque tem o apoio do povo e os impostos são recolhidos do povo. Logo, não se trata de ajuda, mas de estratégia de produção de riquezas.

As ONGS, por exemplo, eles recebem “babas de dinheiro”, para não produzirem coisa alguma, inclusive impedir a produção de qualquer coisa e se o faz, faz uma produção rudimentar, ou seja, feita para não dar certo, como são vendidas ou doadas as casas populares: enfiam o sujeito na casa, o auxiliam com a bolsa família, sem qualquer serviço ou perspectiva de vida e o que acontece é o que aconteceu várias vezes: vendem tudo da casa (fios, torneiras etc.). Isso significa que foi feito assim, para ser assim. Mas, não é um caso geral. Uma pessoa inteligente consegue se safar disso e construir sua vida do quase nada. Mas não é esse o objeto do sistema. Veja o caso MST!  

Note apenas que existem ações de fachada, de remediação e com um contexto esotérico, psíquico e dramático. E de indivíduo para indivíduo, considerando que todos sejam cultivados dentro de uma cultura egoísta, individualista, onde qualquer trabalho EM CONJUNTO – de várias famílias no mesmo contexto econômico e social e, espaço – é dissimulado pelo sistema. Por isso criam as concentrações populacionais e migrações, para que isso seja impossibilitado pela própria inviabilidade da situação. Este é um assunto que merece uma boa discussão, para clarear a realidade.

Alguma vez você se perguntou por que o partido popular que defende os interesses do povo – é o que eles dizem – e que deu continuidade ao MST do período de FHC e da própria Bolsa Família não sai do lugar? Considerando quê: o MST já teve ou tem grande quantidade de terras, teve auxílios variados e até máquinas para derrubar árvores...  (de uma das 50 empresas de celulose do Brasil). O MST tem gente em grande quantidade e, em idade produtiva e não conseguem sequer plantar um pé de losna ou boldo do Chile?

... Claro, você vai dizer o que disse o Ênio (deputado estadual, décadas atrás – não com estas palavras): “que o objeto do MST é político e o interesse maior é violar o conceito falho de propriedade privada – em termos de latifúndio – dentro do contexto histórico. E não, criar novos proprietários de terras”.

Curiosamente, esse é o conceito da esquerda, CRIADO PELAS ORGANIZAÇÕES que criaram as ONGS. OU, pelos donos do mundo. E se escapam pelo “meio ambiente”. Veja o caso Amazonas. Quantas ONGS foram criadas para TRAVAR o Amazonas! E quem criou isso foram organizações poderosas. O que significa que os políticos não se movem eles são movidos e tanto é verdade que as campanhas políticas são semelhantes, o que um político quer, sempre parece ser o mesmo que outro político, portanto, nem é preciso dizer e muito menos, ouvir.

Logo, quando vemos pessoas presas por coisas quê, os que estão no poder, sempre fizeram e relativamente bem pior, como: sequestros, roubos a banco, até “justiçamento” e foram anistiados e de forma alguma querem anistiar essas pessoas, isso é uma demonstração de poder. Porque no primeiro caso, foram alguns meses, ora enfrente aos quarteis, ora em manifestações políticas. No segundo caso foram anos – como diziam os militares – de subversão ao sistema, que reagiu com prisões e torturas em alguns casos e fora da legalidade. Mas nunca se mostrou corpos arruinados por tortura, sequer uma unha arrancada, quem observou isso de primeira foi o falecido Olavo de Carvalho desde Virginia, onde está localizada a sede da CIA, Langley.

Ainda há algo muito estranho, quando chamam determinado político de ladrão! Corrupto seria aceitável, mas ladrão não tem substância jurídica. Ora, a Petrobras – eu não lembro em que ano – premiou seus funcionários com mil dólares de natal. Imagine quantos funcionários tem a Petrobrás. Agora, o nome Petrobras é uma marca. Quem premiou foi a diretoria e os acionistas, que devem ter ganhado muito dinheiro naquele ano. E isso pode ser considerado indevido, mas segundo eles foi um prêmio e estavam embasados em alguma lei!

... Os recursos que de uma forma ou outra tiram das Estatais, sem falhar nenhuma, tem uma justificativa: que seja fraudulenta, fria, insustentável, mas foi assinada por estamento burocrático, praticamente os três poderes. Acredito – no nível do poder, porque o povo não vê isso de forma alguma – acredito que, quem não tem ou não recebe esses prêmios, por qualquer justificativa que seja, deva estar bastante contrariado. No entanto, quando chamam o inimigo de ladrão é porque não querem entrar no mérito da questão.

... E porque de não entrarem no mérito da questão é simples, porque o governo santo do povo, ao invés de promover um programa dependente de verbas, com a “minha casa minha vida”, não promove algo mais substancial e com terras do Estado, cirando “meu terreno minha vida?”.  Como vimos algo parecido com isso, foi o MST – eles tinham terras. Os índios têm terras. As primeiras ações de Boulos em São Paulo cidade, eles tinham moradias (ocupadas).  Mas, se não tiver uma PLANTA DE PRODUÇÃO – seja do que for tudo acaba em ONG! As ONGS tem o seu próprio objetivo que não é o Brasil e nem o povo brasileiro.

... E o recurso que poderia gerar retorno e impostos ao Estado, com as plantas de produção, nunca acontece...

... Entretanto é preciso considerar a dívida brasileira de 10 trilhões de reais (creio eu, reais e não dólares o que seria mais dilacerante), e igualmente, o juro anual de 900 bilhões de reais. O BANCO, o big banco, não quer que os países paguem a suas dívidas, para que eles tenham AUTORIDADE para intervirem de forma DEMOCRÁTICA, para garantir a si mesmos, que não seja necessário uma intervenção dolorosa, aos olhos de um mundo tão sensível e alterado na genética.

... Desta forma, assim como fazem os meios de comunicação, vão separando grupos de pessoas que podem e as que não podem e usam termos baratos como: pobres, ladrões, drogados etc. E faz isso, sem se dar conta de que isso é um plano desde a Inglaterra de 1850 o Malthusianismo “nasceu” em 1798, o darwinismo viria em 1859.  Logo é evidente, que são agentes sem saberem que o são!  

Ou seja, NUNCA, pedem uma discussão efetiva do poder político, porque o poder político é tão frágil quando eles mesmos – QUE ALIAS, ele lançam candidatos e se revezam na política, nos municípios e estado... Frágil, sim! Mas, não é frágil para sacrificar pessoas, indivíduos, que não têm como se defender. Convenhamos que, integração, migração, favorece a esse desfecho! Posso classificar isso como COVARDIA...

domingo, 28 de dezembro de 2025

Horário de Trabalho e a Banheira Francesa.

 

Horário de Trabalho e a Banheira Francesa.

Os grupos políticos, partidários e sindicalistas se empenham em mudar o horário de trabalho e os dias de trabalho.  Mais uma vez, quem é de fora do trabalho e que, considera o que faz como trabalho, vem dar OPINIÕES que nunca condizem com a realidade da pequena indústria, da média e da grande, assim como do pequeno, médio e grande comércio, bem como, das redes hoteleiras e alimentação e mercados. E isso no contexto de cidades e não campo.

E se não condiz com a realidade do trabalho, menos ainda, com a realidade do sujeito que trabalho em troca de subsistência.

As opiniões que são PLANTADAS na sociedade destorcem e escondem a realidade, por exemplo, com relação ao próprio trabalho no mundo privado, que não é mais buscado e sim, buscam alternativas outras de “trabalho” autônomo. E logo acontece o que é previsível, a procura por emprego com “carteira assinada” despenca. E para não dizer NADA sobre a realidade do trabalho – não em todos, mas em muitas categorias, especialmente, a de serviços – culpam a “vagabundagem” do indivíduo. E aliam a isso a Bolsa Família, que foi a franca demonstração de que o país ou, algumas regiões do país dos 27 reinos, não tem capacidade administrativa de criar PLANTAS DE PRODUÇÃO, com exceção de MG que teve boas iniciativas.

E não tem capacidade administrativa, tanto o Estado como o setor privado, justamente pela ausência de cumplicidade entre um e outro para o bem do povo do país. Mas existe cumplicidade para seus próprios interesses, desde o conceito danoso da propriedade privada transformada em monopólios etc. Como por exemplo, impedir através de opções de vida digna, que haja qualquer tipo de emigração entre os 27 reinos. Ao contrário, usam a emigração interna para tomada de poder dos 27 reinos e os dividem em blocos como se fez na grande guerra.

Pois bem, se querem mudar o sistema de trabalho, o exemplo mais procurado é o próprio modelo de emprego do Estado. Associe a empresa privada ao Estado e transforme seus funcionários em funcionários públicos. Acabaria a corrida ao Estado. Simples assim!

E sabe por que associar a empresa privada ao Estado, para que ela não tenha iniciativas estranhas como recentemente colocaram etanol na bebida. Este apenas um caso isolado. Existem casos tão graves quanto e há muitas décadas atrás. Vocês, os senhores das cadeiras giratórias, não fazem ideia do que é ou do que são certos modelos de emprego comandados por cafajestes e que ninguém consegue controla-los ou intervir na sua particularidade.

Tem uma história de uma condessa – nobreza – que adotava crianças largadas nas ruas. Ela usava as crianças para manter o castelo limpo e terra cuidada, tudo em troca de uma cama e comida. Entretanto, a condessa, eventualmente, gostava de tomar banho com sangue, depois do prazer mórbido de esquartejamento, que era feito encima de uma banheira francesa, feita de cobre e chumbo.

 

 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

É mais ou menos assim... Em uma peculiar economia!

 

É mais ou menos assim... Em uma peculiar economia!

O pessoal da escrita PAGA tem um problema, ele não pode seguir qualquer curso. Ele não pode ousar – de alguma forma educada – comentar questões que não estejam no objeto de um EDITORIAL da empresa seja jornalismo – todos eles – seja partido – todos eles – seja religião – todas elas.  Logo... fica evidente algo que pode ser considerado um vício, como uma “viseira de cavalo para que ele nunca olhe dos lados”. Bem é pago para isso. Entretanto, a “propriedade privada”, também é paga e nem por isso é legal com relação ao país.

Recentemente comentei sobre o “mundo da economia dos alugueis”. Um comentário amplo e que carrega um estigma quase impossível de ser resolvido em um ambiente em termos de honestidade e humanidade deteriorado, quando a situação do sujeito – inquilino – que paga o imposto do proprietário é irredutível e insanável.

Fiquei surpreso - nem tanto – que hoje – 26.12.2025, um representante do sistema comentou sobre o caso, inclusive de se pagar imposto de outro. Mas, ao que tudo indica, ficará isso por isso mesmo. Disse ele que 75% da população do Estado do Paraná têm casa própria e 25% vive de aluguel. São dados, estatísticas e coisa assim. E também fez referência às pessoas que são proprietárias de dois ou três imóveis e que os aluga. Bem uma pessoa pode ser proprietária de uma quadra inteira e ter duas ou três quadras. Isso é muito relativo.

De qualquer forma houve uma pressão para que ele tomasse algum tipo de providência, ao menos, ter noção da realidade. Afinal o Paraná tem 12 milhões de habitantes, digamos quatro milhões de famílias, 75% significam três milhões de famílias, 25% um milhão. Para 399 municípios uma média subjetiva de 2500 imóveis de aluguel por município. Claro, isso não é um cálculo real. No total, 01 milhão de imóveis de aluguel em todo o Estado representa uma média de Hum bilhão e quinhentos milhões POR Mês e pode chegar a 02 bilhões de aluguel por mês no Estado.

Considerando os JUROS da dívida externa brasileira que, segundo o Boulos, chega a 900 bilhões de reais/ano e considerando que desde quase três décadas, vem reduzindo drasticamente o “Dinheiro de Circulação nas cidades”, inclusive substituindo salários por benefícios e auxílios, a pergunta que fica é: para onde vai ou, o que acontece com esse volume de dinheiro anual, aproximadamente 24 bilhões de reais. Pare um pouco e imagine a mesma coisa no Estado de S. Paulo!

Bem, creio que um Estado, com receita estadual e federal, devesse ter dados precisos sobre isso, sem que isso significasse vasculhar a vida da pessoa para encontrar formas de prejudica-la  e sem nenhuma solução plausível à Nação e ao proprietário. Mas se a receita não tem essa informação, o Banco tem essas informações. Desde a afamada “Carteira de Habitação e o Contrato de Gaveta, que explica muito sobre a habitação”.  

Mesmo porque o dinheiro gasto com alugueis – por parte do inquilino – seria mais bem aplicado – ao mercado – se ele tivesse o terreno – digamos que, ao invés de “minha casa minha vida”, fosse “meu terreno minha vida” e ele pudesse construir, considerando que houvesse segurança e ainda considerando que a insegurança talvez não fosse uma consequência de algo feito para não dar certo.  

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

A Lei da Oferta e Procura pode e será usada! Mas, de acordo com quais interesses?

 

Como confiar em um governo que se empenha em criar conflitos...

CONTO

Um Consul foi informado que uma horda de criminosos tomaria sua aldeia. De imediato fechou o seu castelo e deixou os aldeões a mercê dos criminosos. Acontece, porém, que os criminosos não apareceram, mas ele já havia tomado uma medida covarde com relação aos aldeões. Assim sendo, usou a guarda do castelo para matar os aldeões, e os guardas que resistiram a matar o próprio povo foram enforcados como desertores.

 

A Lei da Oferta e Procura pode e será usada! Mas, de acordo com quais interesses?

NÃO diria “países”, especialmente em se tratando de um continente com 27 Reinos. Mas diria “governos conectados de países”. Um “pedaço” de país de fronteira (com outro país) percebeu que o seu povo não se interessava mais em trabalhar sob as condições oferecidas pelo grupo empresarial de uma cidade. Afinal, recebiam pouco trabalhavam muito e ainda tinham...
“seus recursos de trabalho, incluindo o salário” foram retidos e redirecionados, por interesses governamentais, autárquicos e empresariais.

Perceberam – empresas e governos – uma vantagem que poderia ser utilizada a seu favor e ela vinha do país vizinho onde o salário era razoável, entretanto, o custo de vida era quase um décimo de 100 partes do seu país, o que valorizava o dinheiro daquele povo. Logo e considerando o valor da moeda que era quase o dobro da moeda do país vizinho incentivaram o emprego de pessoas do país vizinho que ganhariam “quase o dobro” do que poderiam ganhar em seu país e com um custo de vida favorável ao povo naquele país.

CASTIGO

Aqueles que não haviam aceitado o emprego pelas condições que se aparentavam na contra partida do custo de vida buscaram outros trabalhos alternativos, ganhando dinheiro por dia, talvez por semana, ou seja, ficaram por sua conta e risco.

Talvez, isso tenha sido um plano pensado previamente quando o mesmo modelo de governo da mesma região incentivou a compra de veículos próprios de duas rodas, como forma de trabalho. E curiosamente usou dos recursos de “passes de transporte” que as pessoas recebiam nos seus empregos e a custa de aventuras e sacrifícios ele eram usados como moeda. Claro que isso teria um fim.  Pois o começo já havia surtido o efeito desejado.

 

Qual o verdadeiro Custo Social das Consequências de uma Política Travessa?

 

Qual o verdadeiro Custo Social das Consequências de uma Política Travessa?

Ênio é um bom sujeito, mesmo antes de ser diretor geral da Usina. Agora, a política INDEPENDE da boa vontade da pessoa. Por exemplo, comandar uma Usina hidrelétrica requer uma equipe para desempenhar tarefas desde administração a controle dos maquinários, represamento da água, calor que pode ser gerado nas turbinas com relação à água e também, questões de clima. Questões como divisão do patrimônio entre dois países estão no limite do próprio patrimônio e cabe a cada país decidir o que é melhor para si desde que um não afete ao outro descuidando com a administração e incorrendo em situações desastrosas para as cidades. Creio que isso tudo, já seja o suficiente para ocupar todos os funcionários da Usina de ambos os lados. Questões de recursos, como este que está sendo oferecido pela Usina do lado brasileiro ele será compensado do lado paraguaio, segundo os estatutos de divisão dos recursos. Não tenho isso muito claro, afinal a clientela da Usina do lado brasileiro é basicamente o Estado de São Paulo, do lado paraguaio há um excedente de energia – a divisão de “energia” é igual – e o excedente vai para a Argentina e Brasil, além do Paraguai. Naturalmente o dinheiro propriamente vai para as distribuidoras, creio que elas façam a coleta de dinheiro em ambos os países. Não faço ideia de quem coleta mais que o outro, ou se coletam o mesmo valor, o fato é que a divisão dos recursos que entram é igual para ambos os países.

Posso entender que 35 milhões para o lado brasileiro seja compensado com outros 35 milhões (ou guaranis – se convertendo) do lado paraguaio. Possivelmente para combater o crime.

Entretanto, apesar da boa vontade da empresa binacional em combater o crime foi o Mundo Político quem “abriu as porteiras” ou fronteiras, para concentrar pessoas em um movimento de “vai e vem” como sangue que passa pelo coração se cessar. A história disso tem origem com a quebra do parque industrial brasileiro, primeiro ou segundo parque da América do Sul. E na época não foram exatamente os chineses quem ocuparam os espaços de comércio do Paraguai, pois que, grande parte das empresas era Ocidental. Parecia algo provisório, no entanto tornou-se – oportunamente – permanente devido a uma grande circulação de recursos vindos de todas as partes do Brasil inclusive Brasília e todas as Capitais brasileiras. Desta forma, o mercado se constituiu como um mercado chinês no Paraguai para o Brasil.

No “meio do caminho”, coisas estranhas aconteceram, por exemplo, a criação de uma penitenciária próxima de duas fronteiras. Supondo que, penitenciárias deveriam ficar distantes da sociedade, ainda mais, uma sociedade inflada por negócios não exatamente distributivos em termos de impostos, o que abre um precedente gigantesco de crimes variados. A busca pelo “vil metal” o dinheiro é uma doença.

Outra questão de importância é que o trabalho na cidade de Foz, além de ser mal remunerado – característica do setor de serviços – exige uma semana de trabalho, com alguma folga por mês. E é mal remunerado porque o custo da energia elétrica, a água, a telefonia e toda a estrutura de atendimento às necessidades da vida, são caros. Isso sem entrar no mérito do tratamento de doenças e operações.  Com o tempo isso fez ver ao cidadão paraguaio que é muito vantajoso trabalhar no Brasil e viver no Paraguai e isso também alegraram aos empresários e governo, brasileiros, que poderiam continuar na mesma toada, nas condições de trabalho. Ora, se deu certo para o paraguaio e não deu certo para o brasileiro é que este último é muito exigente (?). Deixe-o com as motos, deixe-os viver por sua conta e risco.

Recentemente o prefeito Luna que também foi gestor da Usina disse que Foz iria parecer uma Dubai. Barakat décadas antes, havia dito que Foz seria uma Xangai. De fato, quem sobrevive nas favelas de Xangai está pronto para qualquer coisa. Seria este o pensamento do governo? Um teste para a sociedade antes de um possível desenlace da realidade que prega a Inteligência Artificial, a ONU e o Fórum Mundial tendo Klaus Schwab como seu porta-voz: “que você não terá nada mais será feliz”.