domingo, 11 de janeiro de 2026

Luna faz o que tem que fazer e pode fazer!

 

Luna faz o que tem que fazer e pode fazer!

E certamente não irá criar e não ousarão criar com ele, eventos contratuais que endividem a cidade.

Certa vez comprei um fiat1200 à Gasolina, um ótimo carro. Quando conversava com o vendedor ele me fez uma revelação interessante, quê, aquele Fiat que estava comprando em relação com o “Fiat Uno”, havia sofrido mais de 500 alterações, logo, imaginei que o Fiat mais antigo tinha 500 problemas que a engenharia italiana havia desconsiderado. Mas, os engenheiros italianos haviam criado a Ferrari, logo, havia uma desconexão em coisas muito triviais.

Vendo o senhor Luna falando, sobre gestão e austeridade (no gasto do dinheiro público) eu acredito nele. Assim como acredito nos funcionários públicos nas secretarias e na Câmara Municipal. Acredito nas suas intenções. Não necessariamente alguém entraria no serviço público, ser reconhecido em toda cidade para fazer chacota. É óbvio quê, aqueles que têm interesses próprios, não pode ser público e sujeito à opinião pública. Mas podem criar veículos de comunicação e poderes que podem intervir discretamente em qualquer gestão pública.

Acontece, porém, que estes ajustes acontecem em todos os governos e geralmente antes de um aumento do valor de algum imposto, ou avalizar algum imposto da época. De outra forma, a câmara continua acreditando que a “Audiência Pública” reflita alguma espécie particular de democracia, com a presença, digamos, de 50 pessoas no plenário. Quando na verdade a AP, o MOTIVO da AP é criado por grupos organizados de dentro do poder político e econômico.  É como a LICITAÇÃO – a que são obrigados enquanto gestor público – entretanto, as licitações são acordadas entre grupos de fornecedores ou serviços.

... Um atenuante à realidade. O sujeito passa uma existência indo ao oculista para ter uma receita do tipo de lente. Entretanto, ingenuamente, quando vai ao oculista, ele acredita que o oculista fará uma consulta da sua vista e dirá a ele, que a vista direita esta boa, que a esquerda não estão tão boa por esse e aquele motivo e que precisa de tratamento e vitamina para vista. Claro quê, no período em questão – do que acabo de dizer - o exame de Fundo de Olho já existia, mas era muito complexo além de caro. Hoje em dia, apesar da facilidade da tecnologia continua caro. O exame não leva mais do que cinco minutos e você tem o mapa do fundo de olho e vai saber se o seu problema de vista tem cura ou é irreversível. De qualquer forma, o que salvou “a saúde da vista” foi o acesso do Brasil às máquinas, as novas máquinas a que tiveram acesso.  

Dizem que estamos atrasados décadas com relação aos países ricos e parece ser verdade e se estamos tão atrasados é porque os meios universitários estão impedidos e se estão impedidos, obviamente é por conta do caráter mercenário na contramão de privilégios materiais oferecidos.

Pois bem, essa analogia – acima do oculista antes e o oculista de agora - serve perfeitamente ao modelo de governo obsoleto que impera na América Central e do Sul, onde as “elites políticas” criam mais problemas aos governos do que soluções dos problemas existentes. Por exemplo, a Concentração Populacional, considerando quê, em Cada Estado, dos 200 milhões de brasileiros, caberiam 07 milhões em cada Estado. Mas, só a Grande São Paulo tem 21 milhões habitantes em função de uma industrialização que durariam 20 anos conforme acerto com Juscelino! Há algo de DISRUPTIVO neste acordo que endividou o país e foi parcialmente resolvido no governo de FHC e o Fundo Monetário Internacional e hoje temos uma dívida absurda de trilhões de reais, cujos JUROS ele chegam a quase um trilhão por ano.  E o que foi feito com o dinheiro de empréstimo, considerando que a construção da Usina – a maior da época – alcançava em torno de 40 a 70 bilhões de reais, menos de um décimo de um trilhão de reais. Quer dizer que, com o dinheiro de JUROS que o Brasil paga anualmente... se poderia construir mais de DEZ USINAS DE ITAIPU? Só nos resta perguntar, AONDE FOI “ENFIADO” tantos trilhões da dívida?  

A Disrupção de um Processo de Governo Arcaico.

 

A Disrupção de um Processo de Governo Arcaico.

Lembro-me de ter visto em Foz do Iguaçu, uma poderosa máquina de compactação exposta – como peça de museu - enfrente a um departamento de obras no bairro Vila Portes. A máquina de origem estrangeira, talvez alemã, inglesa, americana, foi feita para durar séculos, porém é necessária a reposição ou reparo, das peças de impacto. As peças que fazem o rolo vibrar. Mas o principal é o poderoso motor e a força da máquina, que aceita adaptações. Mas, nada disso aconteceu. A máquina virou peça de museu, assim como são expostos peças bélicas e veículos dos exércitos, que são expostas e outras, negociada a um preço camarada.

... Servi na Aeronáutica e até hoje me pergunto, porque as munições têm que ser trocadas de dois em dois anos, considerando que elas podem durar dezenas de anos...

Voltando à máquina de compactação. Soube que naquele departamento foram ajustados negócios com Kombis, três delas.  Para quem não sabe, Kombi foi a “perua” mais usada no Brasil, antes da chegada das Vans a diesel. Quando a Volks teve “a autorização” de produzir Kombis a diesel, mas era tarde demais. As Vans já haviam tomado o mercado.  Entretanto, na época o carro mais “roubado nas capitais” era a Kombi.

Mais à frente o leitor vai entender porque conto essas estórias. Mas, tem mais uma que me veio à mente. Certa feita, eu e J. Reis, fomos ao que era ou foi um dia, a COBAL – um mercado de fornecimento de alimento – em tese. E que fechou as portas. Era localizado na Vila A sob o controle da Usina. O fato é que chegando lá conseguimos entrar no galpão e o galpão estava abarrotado de COISAS, entre essas coisas, remédios vencidos e um pequeno TRATOR (SEM USO).

Último caso, se me permite... refere-se à máquina de RAIOS-X que foi visto em uma SECRETARIA localizada no que foi a loja de materiais de construção da Bordin (alugada pela secretaria) e que estava aberto, havia sido mexido e todo munda sabe do césio-137, que é altamente radioativo. Creio que todos conheçam o acidente radiológico de Goiânia. Não passou um mês e mandaram pessoas “especializadas” para retirarem a máquina do local.

Após este preâmbulo que nem vai ser lido – e isso é mais um sintoma – do que digo e vou dizer agora aos senhores (as) de que há uma DISRUPÇÃO entre o que o Estado Municipal pretende fazer e o que faz.

A disrupção é um fenômeno CULTURAL, fundado em uma descrença mediante ausência de perspectivas no patamar de uma cidade, NÃO, de um Estado ou um continente com 27 Reinos obsoletos.  Obsoleto é um adjetivo caracterizador da nossa realidade, tanto na tecnologia e uso útil dela, como nas relações econômicas e políticas. Por esse motivo e pelo descontrole econômico, o prefeito de uma cidade criou um programa de asfaltamento superficial de ruas de bairros para valorizar imóveis e aumentar o valor do imposto. Se não fizesse isso, correria o risco de ver parte de sua cidade VENDIDA a organizações estrangeiras? Talvez uma “Blackrock ou uma Hulunbuir State Farm Group?”.

Mas, vamos a um caso mais corriqueiro. Recentemente um prefeito trocou uma pessoa da secretaria de obras. A reclamação da cidade era sobre a quantidade de buracos nas ruas. A primeira atitude do governo foi se livrar do peso, trocando as pessoas da direção da secretaria..., entretanto, a solução possível de se tentar, não foi a questão da troca de pessoas, quê aconteceu, mas foi a distribuição do serviço – de tampar buracos – a empresas diversas. Bem, havia feito uma sugestão a respeito, mas, colocaria pessoas do próprio bairro para fazer o serviço.

O fato de se pegar uma pessoa inteligente e, falante, para um cargo público e “jogar nas costas da pessoa”, tarefas que vêm sendo proteladas – como são as filas da saúde ou, a indenização dos ex-funcionários da “suicidada” Santa Casa que nunca aconteceu – é a prova cabal da impossibilidade de governabilidade, fora dos padrões arcaicos, respondidos com autoritarismo peculiar em países nas diversas formas de dependência, pressão externa e dívidas. Ora, segundo Boulos, de juros por ano, o Brasil paga 900 bilhões, creio de reais, qual a perspectiva desse país? E mais, a dívida alcança trilhões de reais e ONDE foi parar esse dinheiro? Onde foi aplicado?  

Concluindo o inconclusivo, o prefeito atual de Foz do Iguaçu, compara o futuro de Foz, com a cidade de Dubai, o quê me parece uma espécie de “final de reunião” onde tudo foi decidido e teve um grupo vencedor e que, deve ser o mesmo grupo do MERCOSUL, da Integração Latino Americana, dos “perigos do meio ambiente”, das emigrações e imigrações, enfim, do absoluto descontrole populacional.

 

 

sábado, 10 de janeiro de 2026

Uma Sinuosidade do Sistema que cria Governos nos Países.

 

Uma Sinuosidade do Sistema que cria Governos nos Países.

A esquerda, no Brasil e no Mundo, se usou do ARQUÉTIPO do MEIO AMBIENTE, assim como as EMIGRAÇÕES E IMIGRAÇÕES vieram para criar o CAOS, camuflando a realidade obsoleta dos Estados e Países. Mas veja, isso é determinação dos agentes maiores da NOVA ORDEM MUNDIAL. Portanto, a esquerda plagiou tudo isso para existir na sua forma de um suposto COMUNISMO, SOCIALISMO, porque era o único que se referia ao POVO no contexto de CLASSES SOCIAIS. Bem, mas isso também foi criado pelos organismos internacionais para justificar o extermínio de milhões de pessoas. Há que se considerar, que NAZISMO e COMUNISMO tem sua origem nos vários FACISMOS em grande parte da mesma ROMA de Cezar, que saiu pela tangente do FEUDALISMO sendo Veneza Negra e Branca do Oriente e do Ocidente, uma espécie de BALUARTE, dos movimentos de guerras e crimes de forma geral.

O grupo da direita, em todo esse movimento de guerras e revoluções que se combinaram – ela se camuflou não foi por acaso da natureza das criaturas taciturnas e jocosas, mas porque era a MÃO que moviam as peças do tabuleiro.

A direita veio suportando a esquerda porque é SUA CRIAÇÃO, para dar vazão aos seus desmandos de PROPRIEDADES PRIVADAS e DOS MEIOS DE PRODUÇÃO. Incluindo a ÚNICA CASA na lista de propriedades privadas, assim como criou o casamento no civil, para ENGENDRAR todo um mecanismo jurídico de controle. 

A Esquerda é vítima da direita? Obviamente NÃO! Tanto é verdade, que eles não são vitimas, porque jogam no mesmo campo da direita e com as mesmas regras que eventualmente são burladas como sempre foram. Ambas jogam a mando de um SISTEMA de governo que hoje é considerado OBSOLETO. Mas por quem é considerado obsoleto? Evidentemente por aqueles do patamar superior que se autoproclamam do TECNATO. Em outras palavras, ao longo de décadas criaram o problema para venderem a solução.

A Câmara de Foz e o seu prefeito, em tese, são da direita, mas agem como se fossem da esquerda, para o povo e como se fossem da direita para as Oligarquias e elites. Ou seja, o destino da esquerda e direita vem MUDANDO no sentido de transferir seus condutos BELIGERANTES como forma de existir, para guerras e conflitos PERMANENTES que é a forma encontrada pelos Tecnocratas e desde George Orwell.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2026

São Agentes de um Sistema Sem Saber quê, o São.

 

         São Agentes de um Sistema Sem Saber quê, o São.

Os meios de comunicação – de potência de comunicação – que afetam ao povo, portanto, televisivos (e, rádio nos EUA), no Brasil, se divide em duas partes: uma parte da programação é sobre vendas de tudo o que você possa imaginar. Imagine algo que possa ser vendido e logo estará sendo anunciado. Outra parte, igualmente é de venda, de uma forma ou de outra. E que poderia ser chamada de “ajuda ao pobre”, onde a Bolsa Família – o Estado – cumpre uma parte. No entanto, essa “ajuda ao pobre” tem origem no Fórum Mundial, ONU e OMS. No Brasil isso foi colocado como Bolsa Família e MST. Depois Boulos (agente, assim como Stédile, que várias vezes, Stédile foi à Roma do Jesuíta Francisco). O agente Boulos criou o movimento da moradia. O intuito era lança-lo na vida política, como de fato aconteceu. O que lançou Lula e o PT foi a Italiana Villares junto com setores da igreja católica, certamente Jesuíta e uma “penca” de jovens universitários revoltosos e organizados, segundo os vários títulos revolucionários, menos de um, Stálin, quando sua referência foi nublada pelos Partidos Comunistas e pelo partido de massa ou oficial, que os guardava meio que, em sigilo, especialmente no período militar. E que o sacrifício – a essa história de nacionalismo às esquerdas – acontece no momento crucial da democratização, com dois de seus líderes maiores.

A ajuda (aos pobres) em termos de país, Nação, Estado, Estadista, de fato nem seria ajuda, o termo é incorreto, afinal o sujeito é estadista, porque tem o apoio do povo e os impostos são recolhidos do povo. Logo, não se trata de ajuda, mas de estratégia de produção de riquezas.

As ONGS, por exemplo, eles recebem “babas de dinheiro”, para não produzirem coisa alguma, inclusive impedir a produção de qualquer coisa e se o faz, faz uma produção rudimentar, ou seja, feita para não dar certo, como são vendidas ou doadas as casas populares: enfiam o sujeito na casa, o auxiliam com a bolsa família, sem qualquer serviço ou perspectiva de vida e o que acontece é o que aconteceu várias vezes: vendem tudo da casa (fios, torneiras etc.). Isso significa que foi feito assim, para ser assim. Mas, não é um caso geral. Uma pessoa inteligente consegue se safar disso e construir sua vida do quase nada. Mas não é esse o objeto do sistema. Veja o caso MST!  

Note apenas que existem ações de fachada, de remediação e com um contexto esotérico, psíquico e dramático. E de indivíduo para indivíduo, considerando que todos sejam cultivados dentro de uma cultura egoísta, individualista, onde qualquer trabalho EM CONJUNTO – de várias famílias no mesmo contexto econômico e social e, espaço – é dissimulado pelo sistema. Por isso criam as concentrações populacionais e migrações, para que isso seja impossibilitado pela própria inviabilidade da situação. Este é um assunto que merece uma boa discussão, para clarear a realidade.

Alguma vez você se perguntou por que o partido popular que defende os interesses do povo – é o que eles dizem – e que deu continuidade ao MST do período de FHC e da própria Bolsa Família não sai do lugar? Considerando quê: o MST já teve ou tem grande quantidade de terras, teve auxílios variados e até máquinas para derrubar árvores...  (de uma das 50 empresas de celulose do Brasil). O MST tem gente em grande quantidade e, em idade produtiva e não conseguem sequer plantar um pé de losna ou boldo do Chile?

... Claro, você vai dizer o que disse o Ênio (deputado estadual, décadas atrás – não com estas palavras): “que o objeto do MST é político e o interesse maior é violar o conceito falho de propriedade privada – em termos de latifúndio – dentro do contexto histórico. E não, criar novos proprietários de terras”.

Curiosamente, esse é o conceito da esquerda, CRIADO PELAS ORGANIZAÇÕES que criaram as ONGS. OU, pelos donos do mundo. E se escapam pelo “meio ambiente”. Veja o caso Amazonas. Quantas ONGS foram criadas para TRAVAR o Amazonas! E quem criou isso foram organizações poderosas. O que significa que os políticos não se movem eles são movidos e tanto é verdade que as campanhas políticas são semelhantes, o que um político quer, sempre parece ser o mesmo que outro político, portanto, nem é preciso dizer e muito menos, ouvir.

Logo, quando vemos pessoas presas por coisas quê, os que estão no poder, sempre fizeram e relativamente bem pior, como: sequestros, roubos a banco, até “justiçamento” e foram anistiados e de forma alguma querem anistiar essas pessoas, isso é uma demonstração de poder. Porque no primeiro caso, foram alguns meses, ora enfrente aos quarteis, ora em manifestações políticas. No segundo caso foram anos – como diziam os militares – de subversão ao sistema, que reagiu com prisões e torturas em alguns casos e fora da legalidade. Mas nunca se mostrou corpos arruinados por tortura, sequer uma unha arrancada, quem observou isso de primeira foi o falecido Olavo de Carvalho desde Virginia, onde está localizada a sede da CIA, Langley.

Ainda há algo muito estranho, quando chamam determinado político de ladrão! Corrupto seria aceitável, mas ladrão não tem substância jurídica. Ora, a Petrobras – eu não lembro em que ano – premiou seus funcionários com mil dólares de natal. Imagine quantos funcionários tem a Petrobrás. Agora, o nome Petrobras é uma marca. Quem premiou foi a diretoria e os acionistas, que devem ter ganhado muito dinheiro naquele ano. E isso pode ser considerado indevido, mas segundo eles foi um prêmio e estavam embasados em alguma lei!

... Os recursos que de uma forma ou outra tiram das Estatais, sem falhar nenhuma, tem uma justificativa: que seja fraudulenta, fria, insustentável, mas foi assinada por estamento burocrático, praticamente os três poderes. Acredito – no nível do poder, porque o povo não vê isso de forma alguma – acredito que, quem não tem ou não recebe esses prêmios, por qualquer justificativa que seja, deva estar bastante contrariado. No entanto, quando chamam o inimigo de ladrão é porque não querem entrar no mérito da questão.

... E porque de não entrarem no mérito da questão é simples, porque o governo santo do povo, ao invés de promover um programa dependente de verbas, com a “minha casa minha vida”, não promove algo mais substancial e com terras do Estado, cirando “meu terreno minha vida?”.  Como vimos algo parecido com isso, foi o MST – eles tinham terras. Os índios têm terras. As primeiras ações de Boulos em São Paulo cidade, eles tinham moradias (ocupadas).  Mas, se não tiver uma PLANTA DE PRODUÇÃO – seja do que for tudo acaba em ONG! As ONGS tem o seu próprio objetivo que não é o Brasil e nem o povo brasileiro.

... E o recurso que poderia gerar retorno e impostos ao Estado, com as plantas de produção, nunca acontece...

... Entretanto é preciso considerar a dívida brasileira de 10 trilhões de reais (creio eu, reais e não dólares o que seria mais dilacerante), e igualmente, o juro anual de 900 bilhões de reais. O BANCO, o big banco, não quer que os países paguem a suas dívidas, para que eles tenham AUTORIDADE para intervirem de forma DEMOCRÁTICA, para garantir a si mesmos, que não seja necessário uma intervenção dolorosa, aos olhos de um mundo tão sensível e alterado na genética.

... Desta forma, assim como fazem os meios de comunicação, vão separando grupos de pessoas que podem e as que não podem e usam termos baratos como: pobres, ladrões, drogados etc. E faz isso, sem se dar conta de que isso é um plano desde a Inglaterra de 1850 o Malthusianismo “nasceu” em 1798, o darwinismo viria em 1859.  Logo é evidente, que são agentes sem saberem que o são!  

Ou seja, NUNCA, pedem uma discussão efetiva do poder político, porque o poder político é tão frágil quando eles mesmos – QUE ALIAS, ele lançam candidatos e se revezam na política, nos municípios e estado... Frágil, sim! Mas, não é frágil para sacrificar pessoas, indivíduos, que não têm como se defender. Convenhamos que, integração, migração, favorece a esse desfecho! Posso classificar isso como COVARDIA...

domingo, 28 de dezembro de 2025

Horário de Trabalho e a Banheira Francesa.

 

Horário de Trabalho e a Banheira Francesa.

Os grupos políticos, partidários e sindicalistas se empenham em mudar o horário de trabalho e os dias de trabalho.  Mais uma vez, quem é de fora do trabalho e que, considera o que faz como trabalho, vem dar OPINIÕES que nunca condizem com a realidade da pequena indústria, da média e da grande, assim como do pequeno, médio e grande comércio, bem como, das redes hoteleiras e alimentação e mercados. E isso no contexto de cidades e não campo.

E se não condiz com a realidade do trabalho, menos ainda, com a realidade do sujeito que trabalho em troca de subsistência.

As opiniões que são PLANTADAS na sociedade destorcem e escondem a realidade, por exemplo, com relação ao próprio trabalho no mundo privado, que não é mais buscado e sim, buscam alternativas outras de “trabalho” autônomo. E logo acontece o que é previsível, a procura por emprego com “carteira assinada” despenca. E para não dizer NADA sobre a realidade do trabalho – não em todos, mas em muitas categorias, especialmente, a de serviços – culpam a “vagabundagem” do indivíduo. E aliam a isso a Bolsa Família, que foi a franca demonstração de que o país ou, algumas regiões do país dos 27 reinos, não tem capacidade administrativa de criar PLANTAS DE PRODUÇÃO, com exceção de MG que teve boas iniciativas.

E não tem capacidade administrativa, tanto o Estado como o setor privado, justamente pela ausência de cumplicidade entre um e outro para o bem do povo do país. Mas existe cumplicidade para seus próprios interesses, desde o conceito danoso da propriedade privada transformada em monopólios etc. Como por exemplo, impedir através de opções de vida digna, que haja qualquer tipo de emigração entre os 27 reinos. Ao contrário, usam a emigração interna para tomada de poder dos 27 reinos e os dividem em blocos como se fez na grande guerra.

Pois bem, se querem mudar o sistema de trabalho, o exemplo mais procurado é o próprio modelo de emprego do Estado. Associe a empresa privada ao Estado e transforme seus funcionários em funcionários públicos. Acabaria a corrida ao Estado. Simples assim!

E sabe por que associar a empresa privada ao Estado, para que ela não tenha iniciativas estranhas como recentemente colocaram etanol na bebida. Este apenas um caso isolado. Existem casos tão graves quanto e há muitas décadas atrás. Vocês, os senhores das cadeiras giratórias, não fazem ideia do que é ou do que são certos modelos de emprego comandados por cafajestes e que ninguém consegue controla-los ou intervir na sua particularidade.

Tem uma história de uma condessa – nobreza – que adotava crianças largadas nas ruas. Ela usava as crianças para manter o castelo limpo e terra cuidada, tudo em troca de uma cama e comida. Entretanto, a condessa, eventualmente, gostava de tomar banho com sangue, depois do prazer mórbido de esquartejamento, que era feito encima de uma banheira francesa, feita de cobre e chumbo.

 

 

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

É mais ou menos assim... Em uma peculiar economia!

 

É mais ou menos assim... Em uma peculiar economia!

O pessoal da escrita PAGA tem um problema, ele não pode seguir qualquer curso. Ele não pode ousar – de alguma forma educada – comentar questões que não estejam no objeto de um EDITORIAL da empresa seja jornalismo – todos eles – seja partido – todos eles – seja religião – todas elas.  Logo... fica evidente algo que pode ser considerado um vício, como uma “viseira de cavalo para que ele nunca olhe dos lados”. Bem é pago para isso. Entretanto, a “propriedade privada”, também é paga e nem por isso é legal com relação ao país.

Recentemente comentei sobre o “mundo da economia dos alugueis”. Um comentário amplo e que carrega um estigma quase impossível de ser resolvido em um ambiente em termos de honestidade e humanidade deteriorado, quando a situação do sujeito – inquilino – que paga o imposto do proprietário é irredutível e insanável.

Fiquei surpreso - nem tanto – que hoje – 26.12.2025, um representante do sistema comentou sobre o caso, inclusive de se pagar imposto de outro. Mas, ao que tudo indica, ficará isso por isso mesmo. Disse ele que 75% da população do Estado do Paraná têm casa própria e 25% vive de aluguel. São dados, estatísticas e coisa assim. E também fez referência às pessoas que são proprietárias de dois ou três imóveis e que os aluga. Bem uma pessoa pode ser proprietária de uma quadra inteira e ter duas ou três quadras. Isso é muito relativo.

De qualquer forma houve uma pressão para que ele tomasse algum tipo de providência, ao menos, ter noção da realidade. Afinal o Paraná tem 12 milhões de habitantes, digamos quatro milhões de famílias, 75% significam três milhões de famílias, 25% um milhão. Para 399 municípios uma média subjetiva de 2500 imóveis de aluguel por município. Claro, isso não é um cálculo real. No total, 01 milhão de imóveis de aluguel em todo o Estado representa uma média de Hum bilhão e quinhentos milhões POR Mês e pode chegar a 02 bilhões de aluguel por mês no Estado.

Considerando os JUROS da dívida externa brasileira que, segundo o Boulos, chega a 900 bilhões de reais/ano e considerando que desde quase três décadas, vem reduzindo drasticamente o “Dinheiro de Circulação nas cidades”, inclusive substituindo salários por benefícios e auxílios, a pergunta que fica é: para onde vai ou, o que acontece com esse volume de dinheiro anual, aproximadamente 24 bilhões de reais. Pare um pouco e imagine a mesma coisa no Estado de S. Paulo!

Bem, creio que um Estado, com receita estadual e federal, devesse ter dados precisos sobre isso, sem que isso significasse vasculhar a vida da pessoa para encontrar formas de prejudica-la  e sem nenhuma solução plausível à Nação e ao proprietário. Mas se a receita não tem essa informação, o Banco tem essas informações. Desde a afamada “Carteira de Habitação e o Contrato de Gaveta, que explica muito sobre a habitação”.  

Mesmo porque o dinheiro gasto com alugueis – por parte do inquilino – seria mais bem aplicado – ao mercado – se ele tivesse o terreno – digamos que, ao invés de “minha casa minha vida”, fosse “meu terreno minha vida” e ele pudesse construir, considerando que houvesse segurança e ainda considerando que a insegurança talvez não fosse uma consequência de algo feito para não dar certo.  

quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

A Lei da Oferta e Procura pode e será usada! Mas, de acordo com quais interesses?

 

Como confiar em um governo que se empenha em criar conflitos...

CONTO

Um Consul foi informado que uma horda de criminosos tomaria sua aldeia. De imediato fechou o seu castelo e deixou os aldeões a mercê dos criminosos. Acontece, porém, que os criminosos não apareceram, mas ele já havia tomado uma medida covarde com relação aos aldeões. Assim sendo, usou a guarda do castelo para matar os aldeões, e os guardas que resistiram a matar o próprio povo foram enforcados como desertores.

 

A Lei da Oferta e Procura pode e será usada! Mas, de acordo com quais interesses?

NÃO diria “países”, especialmente em se tratando de um continente com 27 Reinos. Mas diria “governos conectados de países”. Um “pedaço” de país de fronteira (com outro país) percebeu que o seu povo não se interessava mais em trabalhar sob as condições oferecidas pelo grupo empresarial de uma cidade. Afinal, recebiam pouco trabalhavam muito e ainda tinham...
“seus recursos de trabalho, incluindo o salário” foram retidos e redirecionados, por interesses governamentais, autárquicos e empresariais.

Perceberam – empresas e governos – uma vantagem que poderia ser utilizada a seu favor e ela vinha do país vizinho onde o salário era razoável, entretanto, o custo de vida era quase um décimo de 100 partes do seu país, o que valorizava o dinheiro daquele povo. Logo e considerando o valor da moeda que era quase o dobro da moeda do país vizinho incentivaram o emprego de pessoas do país vizinho que ganhariam “quase o dobro” do que poderiam ganhar em seu país e com um custo de vida favorável ao povo naquele país.

CASTIGO

Aqueles que não haviam aceitado o emprego pelas condições que se aparentavam na contra partida do custo de vida buscaram outros trabalhos alternativos, ganhando dinheiro por dia, talvez por semana, ou seja, ficaram por sua conta e risco.

Talvez, isso tenha sido um plano pensado previamente quando o mesmo modelo de governo da mesma região incentivou a compra de veículos próprios de duas rodas, como forma de trabalho. E curiosamente usou dos recursos de “passes de transporte” que as pessoas recebiam nos seus empregos e a custa de aventuras e sacrifícios ele eram usados como moeda. Claro que isso teria um fim.  Pois o começo já havia surtido o efeito desejado.

 

Qual o verdadeiro Custo Social das Consequências de uma Política Travessa?

 

Qual o verdadeiro Custo Social das Consequências de uma Política Travessa?

Ênio é um bom sujeito, mesmo antes de ser diretor geral da Usina. Agora, a política INDEPENDE da boa vontade da pessoa. Por exemplo, comandar uma Usina hidrelétrica requer uma equipe para desempenhar tarefas desde administração a controle dos maquinários, represamento da água, calor que pode ser gerado nas turbinas com relação à água e também, questões de clima. Questões como divisão do patrimônio entre dois países estão no limite do próprio patrimônio e cabe a cada país decidir o que é melhor para si desde que um não afete ao outro descuidando com a administração e incorrendo em situações desastrosas para as cidades. Creio que isso tudo, já seja o suficiente para ocupar todos os funcionários da Usina de ambos os lados. Questões de recursos, como este que está sendo oferecido pela Usina do lado brasileiro ele será compensado do lado paraguaio, segundo os estatutos de divisão dos recursos. Não tenho isso muito claro, afinal a clientela da Usina do lado brasileiro é basicamente o Estado de São Paulo, do lado paraguaio há um excedente de energia – a divisão de “energia” é igual – e o excedente vai para a Argentina e Brasil, além do Paraguai. Naturalmente o dinheiro propriamente vai para as distribuidoras, creio que elas façam a coleta de dinheiro em ambos os países. Não faço ideia de quem coleta mais que o outro, ou se coletam o mesmo valor, o fato é que a divisão dos recursos que entram é igual para ambos os países.

Posso entender que 35 milhões para o lado brasileiro seja compensado com outros 35 milhões (ou guaranis – se convertendo) do lado paraguaio. Possivelmente para combater o crime.

Entretanto, apesar da boa vontade da empresa binacional em combater o crime foi o Mundo Político quem “abriu as porteiras” ou fronteiras, para concentrar pessoas em um movimento de “vai e vem” como sangue que passa pelo coração se cessar. A história disso tem origem com a quebra do parque industrial brasileiro, primeiro ou segundo parque da América do Sul. E na época não foram exatamente os chineses quem ocuparam os espaços de comércio do Paraguai, pois que, grande parte das empresas era Ocidental. Parecia algo provisório, no entanto tornou-se – oportunamente – permanente devido a uma grande circulação de recursos vindos de todas as partes do Brasil inclusive Brasília e todas as Capitais brasileiras. Desta forma, o mercado se constituiu como um mercado chinês no Paraguai para o Brasil.

No “meio do caminho”, coisas estranhas aconteceram, por exemplo, a criação de uma penitenciária próxima de duas fronteiras. Supondo que, penitenciárias deveriam ficar distantes da sociedade, ainda mais, uma sociedade inflada por negócios não exatamente distributivos em termos de impostos, o que abre um precedente gigantesco de crimes variados. A busca pelo “vil metal” o dinheiro é uma doença.

Outra questão de importância é que o trabalho na cidade de Foz, além de ser mal remunerado – característica do setor de serviços – exige uma semana de trabalho, com alguma folga por mês. E é mal remunerado porque o custo da energia elétrica, a água, a telefonia e toda a estrutura de atendimento às necessidades da vida, são caros. Isso sem entrar no mérito do tratamento de doenças e operações.  Com o tempo isso fez ver ao cidadão paraguaio que é muito vantajoso trabalhar no Brasil e viver no Paraguai e isso também alegraram aos empresários e governo, brasileiros, que poderiam continuar na mesma toada, nas condições de trabalho. Ora, se deu certo para o paraguaio e não deu certo para o brasileiro é que este último é muito exigente (?). Deixe-o com as motos, deixe-os viver por sua conta e risco.

Recentemente o prefeito Luna que também foi gestor da Usina disse que Foz iria parecer uma Dubai. Barakat décadas antes, havia dito que Foz seria uma Xangai. De fato, quem sobrevive nas favelas de Xangai está pronto para qualquer coisa. Seria este o pensamento do governo? Um teste para a sociedade antes de um possível desenlace da realidade que prega a Inteligência Artificial, a ONU e o Fórum Mundial tendo Klaus Schwab como seu porta-voz: “que você não terá nada mais será feliz”.

 

 

terça-feira, 23 de dezembro de 2025

Seria um RITO DE INICIAÇÃO a ação daqueles que oportunamente pensam atuar na Política?

 

Seria um RITO DE INICIAÇÃO a ação daqueles que oportunamente pensam atuar na Política?

A quase maioria 80% do que é dito na internet é um jogo. Quando você vê um “post” de um cantor sertanejo que também apoia um hospital do câncer ou algo assim, entrando em atrito com uma emissora de televisão que convida políticos mal vistos por parte da população – de fato, uma parte da população a outra parte os apoiam – isso me parece um “lançamento” de candidatura. Uma emissora de televisão não poderia fazer o que fez o cantor, mas poderia criar uma condição propicia e que propiciasse um evento que estaria direcionado à política e a eleição de outubro de 2026!

O caso das sandálias havaianas é o mesmo caso para mostrar poder de quem tem poder. Foi jogado – se não foi mais uma obra de IA – um lote de sandálias havaianas no lixo, da mesma forma como fazendeiros em desacordo com o preço do leite, jogam leite nas ruas ou “água de fossa nos parlamentos” como em alguns países. A vantagem no caso das sandálias é que elas não estragam e serão usadas. Alguns até, poderão fazer um bom dinheiro com este “lixo”.  Agora, o fato de a Alpargatas ser comandada por gente poderosa, digo, grupos poderosos...  o que não é comandado por eles? Falam de BANCOS e sandálias havaianas. O Brasil paga anualmente 900 bilhões de reais de JUROS aos Bancos!

O Zé Dirceu, por exemplo, ele sente que o momento revolucionário se aproxima. Mas ele não comenta como isso foi construído há pelo menos desde Juscelino, passando pelo regime militar: dois presidentes que morrem; um de sobrenome Médici, outro de sobrenome Geisel e o quinto de sobrenome Figueiredo, que promove a anistia...

Continuando, como disse, passando pelo Regime Militar, o Bipartidarismo, a EMIGRAÇÃO (para as capitais), a industrialização, o levante do sindicalismo e também a TOMADA dos sindicatos (jornalismo, professores etc.) nas áreas industriais, o jogo político das organizações clandestinas com os trabalhadores, artistas, o apoio de setores da Igreja Católica e a criação de um partido de origem da região Norte do Brasil. Na democratização, morrem dois representantes fortes, os dois do Sul. Assumem a presidência – em dois momentos – dois representantes do Norte que não conseguem ou que pensavam que pudessem resolver os graves problemas da economia e a famosa DIVIDA e quando entra em ação uma Organização Poderosa, conhecida com Fabianos Socialistas, representados por Fernando H. Cardoso e sua esposa que viria a falecer.

Na tentativa de pagamento da DIVIDA, o Brasil em maio de 1964 criou o movimento “Ouro para o Bem do Brasil” que era uma parte do custo da industrialização e que seria consumado com a Construção da Usina Hidrelétrica entre Brasil e Paraguai. A industrialização veio para vender seus produtos.

O acordo do FMI (Fundo Monetário Internacional) impôs suas regras, uma que o Brasil seria “Eminentemente Agrícola”, outra seria a criação da Bolsa Família e um factoide revolucionário do MST para ser uma espécie de Fiscal do Campo. Quando nem ele produziria atrapalharia desafetos do sistema e impediria qualquer iniciativa por longos anos. Hoje o MST faz cursinhos de guerrilha em Venezuela.

Em meio a isso, tem todo um processo cultural desde 1960 com o chamado “movimento hippie”. Nos EUA o “movimento” teve início em função da Guerra do Vietnam, onde a CIA – fundada no pós-guerra, usou da estratégia de trazer o povo do Norte do Vietnam para o Sul do Vietnam, o que causou sérios desequilíbrios econômicos e outros tantos conflitos, portanto, EUA perdeu e ganhou a guerra. Curiosamente no Brasil aconteceria algo semelhante. 

segunda-feira, 22 de dezembro de 2025

Melhorar a vida de todas as pessoas e do país. Jamais para enriquecimento de alguns!

 

Melhorar a vida de todas as pessoas e do país. Jamais para enriquecimento de alguns!

“Melhorar a vida de todas as pessoas e do país. Jamais para enriquecimento de alguns”.  São suas palavras. Palavras de um ex-governador do Paraná, o senhor Roberto Requião.

Creio que o senhor tenha em mente a PROFUNDA DIFERENÇA entre o trabalho privado e misto e o trabalho no Estado e, as consequências disso, ou seja, a “CORRIDA AOS EMPREGOS DO ESTADO”. O que de imediato abre um precedente de INDICAÇÃO. Logo, algo como LICITAÇÃO que é preparada bem antes com informações etc.

Vou “pegar” o trabalho da DIARISTA. O padrão de pagamento de um dia de trabalho ou, seis a oito horas por dia é de 150 a 200 reais. Se ela ganhar isso nos 26 dias – tirando os domingos – da um salário entre 3.900 a 5.200,

Entre 150 com 6h e 200 com 8h, o salário hora é de 25 reais, entre 5 e 6 dólares.

Uma pessoa poderia sobreviver com isso se fosse devidamente instruída pelo governo, mídia a separar uma parte desse dinheiro, digamos 10% em um banco HONESTO – onde o dinheiro teria um rendimento à altura do rendimento médio das bolsas de valores em transações normais e sérias.

Entretanto, o Brasil paga de JUROS, segundo o Boulos, 900 bilhões de reais ao ano. Isso inviabiliza e até ridiculariza a HONESTIDADE bancária. E impossibilita de forma terminal a ilusão poética de “melhorar a vida de todas as pessoas” e muito menos, do país dessas pessoas, mas na contrapartida da melhora do país, enriquecem grupos de poder que negociam o país ou as terras do país, matérias primas, alimentos, através de agenciadores e lobistas não para enriquecer o país, mas para garantir que ele nunca pague sua dívida. O que é um sabido e notório objeto bancário, o desinteresse que se pague a dívida. 

O senhor poderia convocar o mundo sindical para discutir a possibilidade de um salário hora e pagamento por semana. Afinal, para que servem os sindicatos do mundo privado? Apenas para respaldar as corporações sindicais do Estado?

Décadas atrás conversei com um sindicalista de trabalhadores de hotéis em Foz do Iguaçu, o Senhor Wilson O. Martins e ele naquele momento tinha um dilema sobre o auxílio alimentação, quando pensava que seria melhor constar o valor no salário ao invés do Auxílio na forma de produtos. Mas, o que o preocupava era que, se o dinheiro contasse no salário seria prejudicado pelo IMPOSTO. Agora, o senhor, considerando os altos privilégios do serviço público – que nunca se refere a impostos – o senhor não acha que a cobrança de qualquer imposto seja da forma que for sobre o salário do setor privado – prejudicado - por princípio...

... Seja um crime contra a pessoa? Que inclusive a desestimula ao trabalho especialmente na área de serviços que é aposta da América do Sul no turismo?