Nada Deve
Ser Destruído Mas Experienciado de Outras Formas e Se Forem Boas, Adaptados, Mas,
Nunca, Concentrados por Poderes Manipuladores.
É claro que, nesta campanha para deputado,
eles terão que AGRADAR o povo. E agradar ao povo é dizer aquilo – que eles acham
que o povo quer ouvir – quando se reúne com empresários é preciso saber se são:
Boiadeiros, comerciantes, banqueiros, industriais, médicos, professores,
polícia, polícia que são tantas quantas são as religiões etc.
... Para falar ao povo usam os programas de
televisão que distribuem prêmios e contam as desgraças do povo, tudo ao mesmo tempo,
criando uma circunstância apelativa que inibe, ou introduz outros pensamentos
inúteis e inarredáveis do que seria o mais racional em termos de produzir a
vida na sociedade, um único exemplo fugaz, construir prédios de quatro andares
em tal volume e com garagens, que ao mesmo tempo em que impede a entrada de ar,
concentra o gás exalado pelos veículos, tornando o ar viciado e contaminado. Quando me pergunto, para que serve uma
engenharia?
O povo,
basicamente se divide em dois grandes blocos e um terceiro minoritário:
- O primeiro bloco é o povo em geral, ignorante, que
não conhece as dezenas de milhares de leis para tudo. Que, aliás, se leva uma
vida para conhecê-las. E devem acreditar que a única coisa que os movem é o
trabalho no mundo privado que é anômalo e sofre da influência do Estado
profundo. Uma má influência.
- O segundo bloco são pessoas que se encaixaram e jogam
o jogo do Sistema, sem o saber; o sistema são as Oligarquias de cada cidade que
se usa das classes falantes e também das ESCOLAS, incluindo universidades que
no Brasil são escolas! vivem em um mundo hipotético realizável apenas nas
carteiras escolares. Nunca ousam experiências
vivas, porque podem dar certo! A China faz isso.
- O terceiro bloco entende, por exemplo, que a
concentração populacional, as IMIGRAÇÕES, em determinada circunstâncias, as
EMIGRAÇÕES (internas ao país); igualmente o Sistema Bolsa Família que atinge em
grande vulto o Nordeste e Norte brasileiro,
... sem a contrapartida de ALDEIAS produtivas, ORGANIZADAS
pelo ESTADO (nada impede a participação privada), em termos de PLANTAS DE
PRODUÇÃO, para gerar perspectivas e rendas que venham a garantir a própria
existência no TEMPO (idade, saúde etc.),
... excluída a especulação, o lucro, lucro no
sentido perdulário e ou, condicionado ao volume intenso de impostos, mas,
lucro, com alguma realização e melhoras no DISTRITO ou ALDEIA. Portanto, um
lucro natural de ampliação relativa, conservação e manutenção.
Quando
digo ignorância, não é arrogância de forma alguma é apenas ignorar e ignorar
porque é mais conveniente, precisamente quando, iludem o povo [...] para que
ele reclame de um “buraco” na rua e NUNCA de uma educação que ensine a ensinar
uma produção para a vida. Quando jamais haveria concentração populacional como
forma, que é a forma de concentrar o Gado! E, achar isso engraçado – para os
outros, não para si, que se fecha em condomínios criando a própria prisão.
... E francamente é isso, essa ilusão DO MESMO, que
vejo em cada candidato a deputado. Eles só alcançam o limite de si mesmos e
exaltam – sem o querer – o próprio ego, porque é só isso que eles têm. Não
aprenderam a ter nada mais que isso.
... Um candidato fala de sua experiência na política
ao longo dos anos, entretanto, o candidato vive em uma cidade sinuosa, com
crimes, roubos, espoliações, oligarquias famintas e necessitadas de lucros cada
vez maiores e cada vez menos tem, pela própria ansiedade do Governo e uma
dívida IMPAGÁVEL. E em tudo isso, o candidato esteve presente e só agora ele
tem experiência. Experiência, que será expressa – mais uma vez e desta vez por
ele e não outros tantos que lá estiveram na Assembleia ou Câmara Federal?
... Afinal, há quantas décadas o Movimento de
trabalhadores rurais dos sem Terra, criados no Paraná em 1984, ou melhor, desde
João Goulart e a reforma agrária, quando se pensou em criar um sistema de produção
nacional? E acaso, essa preocupação
nacional, se é que foi ou não entendida dessa forma, não foi BARRADA com a
industrialização e a imposição do Regime Militar e o Bipartidarismo, que gerou
a maior Emigração nacional. E tudo em nome de um suposto COMUNISMO, que na
verdade sempre foi um FANTASMA, uma sombra nacional usada pelas OLIGARQUIAS
(supostamente e não assumidamente a Direita, que é outra ficção tanto quanto a
esquerda) como uma ferramenta útil? E
até por isso a necessidade da criação de um partido para arrastar, por décadas o
MST entre outros tantos movimentos, para ativismo político? Ora, a quem
interessaria isso? Senão aos “donos do dinheiro!”.