A questão
SAFRISTA. Outra: Um Bairro teria Autonomia para Decidir o seu Destino FORA das
Redes de Empresários e Governo?
Os SAFRISTAS (safras/lavoura) ha dois anos iniciaram
uma discussão sobre "os trabalhadores para a safra". A opinião deve
ser dividida, entre os empresários que precisam de SAFRISTAS para colheita.
Dizem eles que, a maioria das pessoas da região é do (Sistema) Bolsa Família e
não querem trabalhar REGISTRADO para não perderem o Bolsa Família. Os empresários,
nesses dois anos, elaboraram um projeto em que, o sujeito possa trabalhar
REGISTRADO sem afetar o Bolsa Família. O projeto não foi aprovado. O problema
do empresário, com o salário que pagaria mais o Bolsa Família, estaria
resolvido. Digamos que seria "mais um bolsa família salário", mais o
Bolsa Família. Do ponto de vista do sistema trabalhista, a "carteira
assinada" é a certidão de garantia de que o governo irá participar do
"processo econômico", ou seja, vai cobrar pelo trabalho, entretanto é
um trabalho temporário de safra, de colheita, desta forma elaborei outra
proposta: SAFRISTAS.
Sessenta e cinco reais a hora trabalhada. INSS pago
pela Empresa.
Contrato no período da SAFRA. Pagamento SEMANAL.
Transporte oferecido pela empresa.
Enquanto contratado é suspenso o Bolsa Família, que
pode, mediante acordo, ser revertido ao empresário para complementar o salário.
É o que é feito no “lar dos velhinhos” ganha
moradia, atendimento de saúde, alimento em troca de aposentadoria e patrimônio.
Se o trabalhador quer um FUNDO DE GARANTIA, que ele
o crie para si.
OBSERVAÇÃO IMPORTANTE - a IDEIA é seduzir o sujeito do
(Sistema) bolsa família com dinheiro e o problema real é que, qualquer proposta
que venha do empresário e do governo está no patamar de um salário miserável e
indigesto.
Digo isso, Paulinho, para mostrar que, há muitos
casos, em que a comunidade deve cuidar-se de si própria. Ou seja, a comunidade
teria competência para resolver "o seu problema de lixo" e aí vem a
questão... isso seria aceito pelo governo? Espero que v. tenha entendido
sentido disso. Abs.
SAFRISTAS
Sessenta e cinco reais a hora trabalhada. INSS pago
pela Empresa.
Contrato no período da SAFRA. Pagamento SEMANAL.
Transporte oferecido pela empresa.
Enquanto contratado é suspenso o Bolsa Família, que
pode, mediante acordo, ser revertido ao empresário para complementar o salário.
É o que é feito no “lar dos velhinhos” ganha
moradia, atendimento de saúde, alimento em troca de aposentadoria e patrimônio.
Se o trabalhador quer um FUNDO DE GARANTIA, que ele o
crie para si.