E,
se não houvesse eleição, como “Eles” se escolheriam? Não seria “uma briga de
foice no escuro?”. E isso, não é a realidade!
O sujeito não vai para Dubai para ver Dunas de Areia,
aliás, nem existem Dunas próximas ao Oceano Índico, ou ver favelas Indus ou, prédios
com “Elevadores Turbinados”, para subirem cento e tantos andares... Vão a Dubai
para Investimentos. O quê... vem sendo – em Tese – conhecido no plano
internacional como (futura) SHARIA FINANCEIRA.
... Quando o povo, enquanto massa será objeto
descartável pelo tempo. E Alex (o magnânimo) sabe disso. Disse Alex, não Alexia
toque Chitãozinho...
... Aliás... existe uma
IRONIA nisso tudo. Em cidades com muitos hotéis, no Brasil, o empregado assalariado,
TENDE a se SENTIR como hospede. Em Dubai o povo Hindu que trabalha na
hotelaria, não precisa gastar um centavo para viver na cidade mais BUSCADA
pelos magnatas do mundo.
Notastes
que nos meios de comunicação, não se comenta mais sobre o BRICS? Tão pouco, os
parlamentares brasileiros falam de BRASIL?
... A atual COPA DO MUNDO, não tem mais aquela perturbação
patológica do “Brasil, zil, zil”. Perdeu a magia, assim como a Copa ficou
restrita a um decreto para se usar mais o Amarelo e menos o Verde.
O
Brasil, zil, zil, vem perdendo tudo, dia-a-dia, desde “dinheiro”, matérias primas,
alimentos de qualidade, terras. Perde Empresas para o Paraguai. Perde terras
para outros países.
... Perde a dignidade civilizacional, com o aumento
do crime, por conta de EXPERIÊNCIAS de governos [...] em outros países da
América Central e do Sul e que “quase naturalmente” os fazem chegar – aos criminosos
ou, agentes oportunos de uma situação beligerante e Americana – ao continente
brasileiro.
... A integração Latino Americana abriu esse precedente,
não pela Integração no sentido – fraco – humanizado, mas, por objetivos de
ações que seriam criadas no contexto de governos subjetivos ou, “marionetes”,
cujo poder indescritível e, se usando da Lei de forma alterada, tem o poder de
extrair à pessoa o que há de pior, por exemplo, a bipolarização nacional,
brasileira, da política.
... Quando alguns Estados já buscam o SEPARATISMO.
Evidentemente, provocado. O que é contraditório à Síntese da Integração pensada
ingenuamente para um fim, cujo destino era outro.
Este
Brasil desde FHC com Lula e Bolsonaro para “amenizar – temporariamente – a
queda nacional” aos olhos embaçados do povo POLÍTICO [...], quebrou empresas,
privatizou empresas entre organizações que igualmente levam seu dinheiro, antes
aos EUA, agora, Oriente Médio.
... E ainda reclamam da tirania de Alex, “o grande”,
ora, ele foi criado pelo SISTEMA, por este mesmo sistema que vem modificando o
Brasil e fazendo pior que o Alex. Como um “produto criado”, Alex reage como tal
quando pressionado. Creio até, que ele busque sua “pessoalidade” perdida! Não
pelo disfarce, mas pela necessidade de ser esquecido, o quanto antes melhor.
... E ninguém do mundo político e menos do mundo
econômico, PODE SE DAR CONTA de sua própria cumplicidade ao SISTEMA desolador, que
em 1927 se propôs a destruir a Europa e o plano foi executado e com o apoio do
povo Europeu!
... Agora, imagine América Latina ou América do Sul
ou ainda, as “Terras Devolutas do Mundo”, que “o Mundo”, não quer administrar
com “cidades”, mas extrair minérios em troca de presentes, ao fenômeno
sociológico da existência de “governos fictícios – para ele, governo plantado –
de um Mundo de Alice no país das Maravilhas”.
Raramente
se vê uma pessoa da velha cultura e da atual cultura, comentar com necessária
razão e lógica ao que vem acontecendo, exceção feita a algumas poucas pessoas,
que não aceitam “um jogo criado por organizações exotéricas, maliciosas,
criadoras de guerras e terrores para benefício próprio e das quais não se pode
fugir, pois que, são os “donos do dinheiro”“.
... E a propósito, o Brasil é um país altamente endividado
– desde quase sempre... Lembro-me do “Ouro para o bem do Brasil”, Movimento de 13
de Maio de 1964.
... Mas isso, para essas pouquíssimas pessoas influentes
e com conhecimento, não quer dizer, que o poder político não possa encontrar
uma “saída pela tangente”, igual “Lippy and Hardy” (o Leão e a Hiena), pelo
menos, ou prioritariamente, para dar um destino digno à maioria da população e
não, esquadrilha-la em guetos econômicos de destruição lenta, gradual e segura.