segunda-feira, 6 de abril de 2026

Paraguai aproveita a decadência do Brasil e Ratinho fala sobre cidade com seis mil habitantes...

 

Paraguai aproveita a decadência do Brasil e Ratinho fala sobre cidade com seis mil habitantes...

 

Os bancos de 1970 eles usavam o cheque. Acontece que, o cheque foi utilizado para golpes. A lista de "cheque sem fundos" constituiu um livro de nomes de fraudadores, que usavam o cheque para dar golpes. Coisa similar vem acontecendo com a IA. Existem pessoas “falando com Deus”, o que quer dizer que a IA atingiu aos mais pobres.

O Congresso nacional era para reunir pessoas de todos os estados. Pessoas indicadas pelo povo de cada Estado. Teoricamente o plano era lógico. No entanto, mais uma vez acontece o mesmo que aconteceu com os cheques, o congresso foi utilizado para luta entre grupos de poder dos estados.

Veja a atual situação, o Paraguai está convidando investidores do Brasil e estão sendo bem sucedidos nisso. Na Alemanha com o Crack da bolsa de New York (a velha New York é em Inglaterra) os investidores correram para a Alemanha e a Alemanha cresceu tanto que foi preciso uma guerra - segundo inclusive Winston Churchill - que inclusive Churchill e outros, queriam uma guerra permanente que é precisamente o que temos hoje.

Logo, sua análise é ótima, mas os imprevistos não são as "questões sociais" que deveriam ser aprimoradas etc. os imprevistos são realmente imprevistos e contam com os poderes. Por exemplo, a Blackstone, ou Blackrock, que elegeu Trump (um imprevisto, não a eleição, mas o uso de tal poder econômico), tem centenas de milhares de alugueis em New York e está pelo mundo comprando portos. A china também faz isso. E não são e são "privados e Estado juntos". Veja a invenção de Elon Musk, Bill Gates, JBS, e tantos outros que aparecem de uma forma ESCROQUE na representação de um país... Porque o país político e a sua diplomacia, não podem fazer o que eles fazem logo, o país político e a sua diplomacia, assim como os Exércitos, são obrigados a aceitar isso como se isso fosse o próprio país. E, no entanto há um golpe de estelionato, rapinagem ou espólio em andamento, veja o caso Amazonas que já se considera que não seja mais do Brasil. É um "embrolho" do tamanho do mundo e com o mundo envolvido nisso.

 

Carlos Massa, pai do governador do Paraná, fala sobre uma cidade com seis mil habitantes. A cidade é mantida por auxílios do governo federal. Também tem os escritórios políticos, como prefeitura etc. Que não tem o menor sentido de existir. Trabalhos formais nessa cidade – que não é cidade de forma alguma – é de 30 pessoas registradas formalmente mais os “funcionários públicos”. A lógica diz que essa cidade é um asilo social. E que, segundo ratinho, deve deixar de existir nessa forma. Eu digo que, as instituições, digo Sistema S, SEBRAE, o próprio Estado deveria ter uma ação positiva com relação à cidade. Não com auxílios, mas com uma PLANTA DE PRODUÇÃO. Ora, a Volks quando veio ao Brasil criou uma planta para 25 mil trabalhadores. Uma empresa chinesa no Estado da Bahia está criando uma planta para quatro mil trabalhadores. Não é possível que nesta região com seis mil pessoas, não tenha algum OBJETO ECONÔMICO, na pesca, na criação ou plantação, talvez até minério... O governo deveria fazer um estudo, se é que já não existe, geológico voltado à produção, do que é possível na região. Não se trata de DINHEIRO, mas de vontade política. Para que essas pessoas não venham a inchar mais ainda as Capitais. O fato é que as pessoas gostariam de trabalhar e precisam trabalhar, mas não suportam a ideia de serem manipuladas por sistemas econômicos ultrapassados e gananciosos.

Quanto às plantas de produção poderia falar sobre isso por mais de 1000 paginas. Creio que seja dispensável, quando não há o menor interesse político e ensinar o povo como salvar-se da miséria. Veja o caso do NORTE, que está impedido de PLANTAR! Por conta da FICÇÃO ambiental.  

 

quinta-feira, 2 de abril de 2026

Debates Acadêmicos é uma função das Universidades, porém na realidade de um país feito pobre...

 

Debates Acadêmicos é uma função das Universidades, porém na realidade de um país feito pobre, a tendência natural [...] dos debates é de ignora-los, aos pobres.

É inapropriado falar sobre Codefoz – por exemplo –, porque poderia ser ACIFI, COMUS, Conselho da Usina, assim como no mesmo contexto, as dezenas de agremiações partidárias, quando o diretório municipal obedece ao Estadual que obedece ao Nacional, agora imagine que o limite do que o diretório municipal pode discutir sobre a cidade já foi estipulado, determinado de maneira genérica pelo Diretório Nacional.

A Codefoz circula em torno do Turismo, Logística (clichê), Transportes e Agro e absolutamente, nada disso tem a ver com DESENVOLVIMENTO, mas sim com CONTINUIDADE, do que já existe e naturalmente, conhecendo o “mapa da busca de dinheiro, das classes organizadas, querem mais verbas”.

Convém falar um pouco sobre DESENVOLVIMENTO que é um termo inútil, convenhamos. E é inútil porque o desenvolvimento de UMA CIDADE que tem altos níveis de crimes, moradores de rua, pessoas, pobres pessoas, em filas de operação, uma migração assombrosa, um grande volume de inadimplentes E, os empregos sujos, sujos, não no sentido do empresário ou trabalhador, mas sujos pela forma como o governo brasileiro de todos os tempos desde Juscelino com a industrialização e o fim da industrialização, vem espoliando o salário em nome da saúde, educação e habitação, mas, só em nome de... na verdade precisam “gerar” empregos na educação, na saúde e construtoras e parte do ônus cai nas costas do trabalhador privado e que, cá entre nós é ignorado e tratado com desdém pelo SISTEMA.

... Ainda com relação aos empregos sujos... uma forma de limpar um pouco a área, aliás incluo os sindicatos na linha da inutilidade para ações que favoreçam ao povo... uma forma, seria o salário pago SEMANAL. Entretanto, para isso é preciso ESTUDOS no sentido de COLETAR, tudo aquilo que o trabalhador paga ou FAZ pagar (a empresa) de forma compulsória. Ou seja, vale alimentação, some-se. Vale transporte, some-se. Décimo Terceiro some-se. Féria some-se. INSS, FGTS são opcionais e devem ser explicados e garantidos pelo governo. Aqui cabe um aparte, a empresa, com liberdade da criação do SALÁRIO HORA, pago semanalmente, também tem a capacidade de se organizar. Aí, entra outra questão, com todo esse dinheiro acrescido no salário semanal, o 13° perde o sentido de existir no mundo privado, ou seja, a INJEÇÃO de dinheiro na cidade não ficará restrita há duas vezes por ano, o que tende a melhorar a CIRCULAÇÃO DE DINHEIRO. Outra coisa que antecede isso é a EDUCAÇÃO para a LIBERDADE de ESCOLHAS (do que vai fazer com esse dinheiro semanal).  

Quando é possível se pensar em DESENVOLVIMENTO com base na realidade do povo. 

quarta-feira, 1 de abril de 2026

O Conselho da Usina

 

O Conselho da Usina

Não devo ser contrario ao “Conselho da Usina Hidroelétrica” por um único motivo eles geram empregos na Usina, além dos empregos paralelos dos meios de comunicação: televisão, sites/portais, rádio e jornal impresso. E também, pequenos clubes como parque de dinossauros, parque das aves, Parque Tecnológico etc.

Fazendo um paralelo com algumas Usinas Hidrelétricas de outros países, elas funcionam com um grupo de pessoas que se revezam, grupos 12 pessoas, não mais que isso. No caso da Usina em questão, não achei informação sobre o número de funcionários da Usina, mas acredito que seja bem mais do que 120 pessoas.

Creio que a diretoria da Usina, por onde já passou figuras conhecidas do povo paranaense e todo o Brasil, creio que eles aprovem essas despesas diversas por conta da geração de empregos do tipo de empregos que são permissíveis.

Dito de outra forma, a Usina de alcance Federal e Binacional, teria muita facilidade em produzir tampas de bueiros de ferro, mas isso ela não pode fazer. Ela poderia desenvolver máquinas e processos de reciclagem de materiais e orgânico, mas também não pode fazer isso. Também poderia criar um setor naval incluindo à pesca para gerar empregos ao povo pobre, mas também não pode fazer isso. Logo, o Conselho nada podendo fazer de substancial, faz o que pode e para o “trade” turístico, é divertido.

Evidente, que a função da Usina e a Engenharia seriam criar plantas de trabalho e produção para o povo, até para substituir o “carrinho puxado a mão” o que é bárbaro, por algo que eles “a nata do conhecimento técnico” viesse a desenvolver em termos de empresa do povo para o povo, já que a iniciativa do povo é deveras rudimentar.

 

 

Sete Mil acidentes de Trabalho. Uau!

O post do Paraná Pop sobre acidentes de trabalho, mais de sete mil e que foi omitido pela empresa [...] apontados pelo Ministério Público do Trabalho em um Frigorífico em Medianeira merece um comentário.

E vou fazer contando uma breve história estória, porque sou um indivíduo, eu mesmo. Certa vez trabalhei em uma “Gata”, uma caldeiraria. Explico, Gata era o nome usado para identificar empresas oportunas, que eram aquelas empresas que alugavam máquinas, galpão, porque tiveram uma oportunidade, neste caso, de fazer grandes tanques para caminhões, que transportam leite, produtos químicos etc. Outra definição de Gata [é] que, tudo era no improviso e digo isso porque a matéria prima era o ferro, chapas de aço de um centímetro de espessura e do tamanho de uma carroceria de caminhão e eram necessários 06 homens com alavanca para “arrastar e jogar a chapa no chão”, que só ia sair dali depois de cortada como oxiacetileno. Claro, se fosse uma indústria grande, teria uma ponte rolante e um imã e ninguém faria força alguma. Isso era a Gata, uma empresa de risco de acidentes e acidentes graves. Por mais experiência que tivesse no serviço o risco de acidente era constante, inclusive acidentes “invisíveis” como surdez por excesso de barulho. Afinal quando não de tem máquinas usa-se a marreta para entortar um ferro e a possibilidade de uma marreta escorregar... é dramático.

Logo, voltando ao artigo do Paraná Pop, quando diz que a empresa omitiu os acidentes [...] é uma situação constrangedora, não exatamente para a empresa, mas para as instituições que se dizem “Serviço Brasileiro de Empresas”, Serviço social da Indústria e principalmente dos SINDICATOS da categoria. Ora, eles podiam acompanhar o processo produtivo e o uso de máquinas apropriadas que garantam a segurança do trabalhador. Poderia se criar um plano de ajuda à empresa dentro das possiblidades reais. O Agro negócio vive de financiamento. Sem financiamento não há produção! E porque não, um plano de segurança no trabalho, e atualização de maquinários, feito por profissionais, esses, que se vangloriam com dinheiro de empresas e até Estado, O governo deveria cobrar isso.