Aos POUCOS a Saúde se torna uma Obra de Ficção.
É melhor não adoecer.
O
senhor Luna, prefeito de Foz do Iguaçu, acredito que, com o secretário de
governo, assumiu a implantação de 300 leitos na saúde. Logico que é SEMPRE
necessário, especialmente em Foz do Iguaçu que atende parcelas de quem vive e
paga impostos no Paraguai e, de mais 08 ou 09 municípios, que recolhem seus
impostos no município e federação. Além, do modelo de MIGRAÇÃO, basicamente
criado pelo Governo Federal com a Integração Latino Americana, com a
participação da Binacional Itaipu. Que também trouxe sua parcela de emigrantes
para uma cidade “medida a palmos” se comparada com Guarapuava, de três mil
quilômetros quadrados para 600 quilômetros quadrados.
O
curioso aqui é que, quando é do interesse do governo, no caso de Itaipu, os
militares, eles não se comprometem com a emigração “em nome de um emprego”.
Deixam a impressão de que fazem estas “obras que necessitam de mão de obra em
abundância”, precisamente para deslocar pessoas, SEM RETORNO à terra NATAL.
Isso é no mínimo suspeito! E ao mesmo tempo, DENUNCIA ao mundo, o USO de pessoas
para objetivos dos quais elas tem tempo de participação enquanto recebe salário
e depois não mais. E NINGUÉM do governo tem essa prática, digamos que os
exércitos têm, de manter pessoas organizadas e bem cuidadas sem produzir
absolutamente nada, que não seja garantir a segurança nacional contra o inimigo
estrangeiro, quando um governo se alia ao estrangeiro, como se brasileiros
fossem.
Entretanto,
a medida de governo com a criação de 300 leitos, não procede por duas grandes considerações,
primeiro a FILA DE PESSOAS QUE AGUARDAM OPERAÇÃO há décadas. Não é por causa de
falta de leito. E a fila só aumenta. Segundo, a recente “meia greve” dos
ANESTISISTAS, ela apenas aprofundou uma crise da CATEGORIA em Foz do Iguaçu,
que vem de anos. Os profissionais – como ELITE CULTURAL – não têm autonomia
para exigir melhores condições de trabalho. Qualquer INAUGURAÇÃO TEMÁTICA, geralmente
feita pelo governo federal com a sua representação da Usina Hidroelétrica, que
arrecade dinheiro ao governo Estadual e Federal é mais importante do que se
pensar em um planejamento de modos de produção de PREVENÇÃO, contra eventuais
desastres proclamados para 2030, como a FOME e crises econômicas. Evidentemente
falta de energia e abastecimento.
A
atual crise com Irã e Israel/ EUA e Inglaterra e a possibilidade de recriação
do Império Otomano, foi o suficiente para aumentar o preço da Gasolina e do
Gás. Sem considerar a possível crise de Europa. Logo, não é uma situação
confortável que se pode notar no futuro especialmente se considerando o
presente fantasioso dos meios de comunicação que não sabem que curso tomar e
tomam o curso que lhes rende algum dinheiro. Desta forma, NINGUÉM, do meio político,
dos meios de comunicação, os agentes de governo – que tem o seu salário
garantido – mais são FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, se dão conta DOS PREÇOS ABUSIVOS
QUE ESTÃO ACONTECENDO COM RELAÇÃO AOS REMÉDIOS. Remédios que têm que ser
comprados e de USO CONTINÚO. E talvez, este seja o principal fundamento da
CRISE DA SAÚDE, a disputa das verbas desde CADA CIDADE brasileira.
Quero
dizer com isso que os 300 leitos, não terão médicos para DIAGNÓSTICOS e nem
para OPERAÇÕES – para mais 300 leitos – e enquanto isso os laboratórios “dormem
em berço esplêndido” e francamente, torem pela doença!
Teria
mais para dizer sobre a saúde, como por exemplo, o CONCEITO de ATENDIMENTO
BÁSICO! Isso deve ser algum tipo de piada é a confirmação de que PRONTUÁRIO
sempre foi uma ficção. Tanto é ficção,
que NUNCA MAIS, se comentou sobre os PRONTUARIOS da Santa Casa que foram
enviados a Curitiba e estão sob o CONTROLE de escritórios. Ora, para quê? (É um
caso de duas décadas – e nunca mais se comentou a respeito).