terça-feira, 3 de março de 2026

Aos POUCOS a Saúde se torna uma Obra de Ficção. É melhor não adoecer.

 

Aos POUCOS a Saúde se torna uma Obra de Ficção. É melhor não adoecer.

O senhor Luna, prefeito de Foz do Iguaçu, acredito que, com o secretário de governo, assumiu a implantação de 300 leitos na saúde. Logico que é SEMPRE necessário, especialmente em Foz do Iguaçu que atende parcelas de quem vive e paga impostos no Paraguai e, de mais 08 ou 09 municípios, que recolhem seus impostos no município e federação. Além, do modelo de MIGRAÇÃO, basicamente criado pelo Governo Federal com a Integração Latino Americana, com a participação da Binacional Itaipu. Que também trouxe sua parcela de emigrantes para uma cidade “medida a palmos” se comparada com Guarapuava, de três mil quilômetros quadrados para 600 quilômetros quadrados.

O curioso aqui é que, quando é do interesse do governo, no caso de Itaipu, os militares, eles não se comprometem com a emigração “em nome de um emprego”. Deixam a impressão de que fazem estas “obras que necessitam de mão de obra em abundância”, precisamente para deslocar pessoas, SEM RETORNO à terra NATAL. Isso é no mínimo suspeito! E ao mesmo tempo, DENUNCIA ao mundo, o USO de pessoas para objetivos dos quais elas tem tempo de participação enquanto recebe salário e depois não mais. E NINGUÉM do governo tem essa prática, digamos que os exércitos têm, de manter pessoas organizadas e bem cuidadas sem produzir absolutamente nada, que não seja garantir a segurança nacional contra o inimigo estrangeiro, quando um governo se alia ao estrangeiro, como se brasileiros fossem.  

Entretanto, a medida de governo com a criação de 300 leitos, não procede por duas grandes considerações, primeiro a FILA DE PESSOAS QUE AGUARDAM OPERAÇÃO há décadas. Não é por causa de falta de leito. E a fila só aumenta. Segundo, a recente “meia greve” dos ANESTISISTAS, ela apenas aprofundou uma crise da CATEGORIA em Foz do Iguaçu, que vem de anos. Os profissionais – como ELITE CULTURAL – não têm autonomia para exigir melhores condições de trabalho. Qualquer INAUGURAÇÃO TEMÁTICA, geralmente feita pelo governo federal com a sua representação da Usina Hidroelétrica, que arrecade dinheiro ao governo Estadual e Federal é mais importante do que se pensar em um planejamento de modos de produção de PREVENÇÃO, contra eventuais desastres proclamados para 2030, como a FOME e crises econômicas. Evidentemente falta de energia e abastecimento.

A atual crise com Irã e Israel/ EUA e Inglaterra e a possibilidade de recriação do Império Otomano, foi o suficiente para aumentar o preço da Gasolina e do Gás. Sem considerar a possível crise de Europa. Logo, não é uma situação confortável que se pode notar no futuro especialmente se considerando o presente fantasioso dos meios de comunicação que não sabem que curso tomar e tomam o curso que lhes rende algum dinheiro. Desta forma, NINGUÉM, do meio político, dos meios de comunicação, os agentes de governo – que tem o seu salário garantido – mais são FUNCIONÁRIOS PÚBLICOS, se dão conta DOS PREÇOS ABUSIVOS QUE ESTÃO ACONTECENDO COM RELAÇÃO AOS REMÉDIOS. Remédios que têm que ser comprados e de USO CONTINÚO. E talvez, este seja o principal fundamento da CRISE DA SAÚDE, a disputa das verbas desde CADA CIDADE brasileira. 

Quero dizer com isso que os 300 leitos, não terão médicos para DIAGNÓSTICOS e nem para OPERAÇÕES – para mais 300 leitos – e enquanto isso os laboratórios “dormem em berço esplêndido” e francamente, torem pela doença!

Teria mais para dizer sobre a saúde, como por exemplo, o CONCEITO de ATENDIMENTO BÁSICO! Isso deve ser algum tipo de piada é a confirmação de que PRONTUÁRIO sempre foi uma ficção.  Tanto é ficção, que NUNCA MAIS, se comentou sobre os PRONTUARIOS da Santa Casa que foram enviados a Curitiba e estão sob o CONTROLE de escritórios. Ora, para quê? (É um caso de duas décadas – e nunca mais se comentou a respeito).